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	<title>Arquivos Sistema Fotovoltaico - Inergial</title>
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	<link>https://inergial.com.br/category/sistema-fotovoltaico/</link>
	<description>Re&#183;energize</description>
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	<item>
		<title>Revisão da REN nº 482: Impactos para a Geração Distribuída e para a Energia Solar</title>
		<link>https://inergial.com.br/revisao-da-482-impactos-para-gd-e-energia-solar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2019 17:41:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Fotovoltaico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inergial.com.br/?p=1251</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2012 uma situação inédita possibilitou que qualquer consumidor de energia elétrica no Brasil pudesse gerar a sua própria eletricidade. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou a Resolução Normativa REN nº 482/2012 que regulamentou a chamada Geração Distribuída (GD) e estabeleceu o Sistema de Compensação de energia elétrica aplicável a unidades consumidoras em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://inergial.com.br/revisao-da-482-impactos-para-gd-e-energia-solar/">Revisão da REN nº 482: Impactos para a Geração Distribuída e para a Energia Solar</a> apareceu primeiro em <a href="https://inergial.com.br">Inergial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em
2012 uma situação inédita possibilitou que qualquer consumidor de energia
elétrica no Brasil pudesse gerar a sua própria eletricidade. A Agência Nacional
de Energia Elétrica (ANEEL) publicou a Resolução Normativa <a href="http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2012482.pdf">REN nº 482/2012</a> que regulamentou a chamada
Geração Distribuída (GD) e estabeleceu o Sistema de Compensação de energia elétrica
aplicável a unidades consumidoras em todo o país com micro ou minigeração
distribuída. A partir daí a quantidade de geradores fotovoltaicos não parou de
crescer. O ano de 2018 foi encerrado com mais de 50 mil consumidores conectados
à rede elétrica através de micro ou minigeradores fotovoltaicos e, estima-se
alcançar, ainda em 2019, 100 mil consumidores conectados, acumulando 1 GW de
capacidade instalada de GD com energia solar fotovoltaica.</p>



<p>Apesar
do sucesso da GD, é natural que resoluções sejam revisadas e aprimoradas
continuamente, e com a REN nº 482 não tem sido diferente. Até o momento ela foi
revisada em alguns aspectos pela REN nº 687 e pela REN nº 786 em 2015 e 2017,
respectivamente. Em 2015, entretanto, o artigo 15 foi adicionado na resolução
determinando que a REN nº 482 seria revisada até 31 de dezembro de 2019. E, de
fato, a Agenda Regulatória da ANEEL, para o biênio 2018-2019, estabeleceu, no
item 50, a atividade para aprimorar a REN nº 482 no primeiro semestre de 2018.</p>



<p>Em
maio de 2018 a <a href="http://www.aneel.gov.br/consultas-publicas?p_p_id=consultaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet&amp;p_p_lifecycle=2&amp;p_p_state=normal&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_cacheability=cacheLevelPage&amp;p_p_col_id=column-2&amp;p_p_col_count=1&amp;_consultaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet_documentoId=4575&amp;_consultaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet_tipoFaseReuniao=fase&amp;_consultaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet_jspPage=%2Fhtml%2Fconsultas-publicas-visualizacao%2Fvisualizar.jsp">Nota Técnica nº
0062/2018</a>
instaurou a abertura da <a href="http://www.aneel.gov.br/consultas-publicas?p_auth=5FYIkRnc&amp;p_p_id=consultaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet&amp;p_p_lifecycle=1&amp;p_p_state=normal&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-2&amp;p_p_col_count=1&amp;_consultaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet_consultaId=329&amp;_consultaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet_javax.portlet.action=visualizarConsulta">Consulta Pública
010/2018</a> – apenas
a primeira de sucessivas etapas – para a apresentação do relatório de Análise
de Impacto Regulatório (AIR) e de Audiências Públicas até a publicação da resolução
aprimorada.</p>



<p>Como
os aspectos técnicos já haviam sido aprimorados anteriormente, agora o enfoque
desta revisão será o aspecto econômico e a forma de compensação de energia,
conforme a Nota Técnica textualmente explica:</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right"><p>[&#8230;] Assim, o Sistema de Compensação precisaria ser reavaliado de modo a equilibrar a regulamentação com a situação atual do mercado, sendo necessário avaliar a pertinência da forma de remuneração atual, ponderando a previsão da magnitude dos impactos que a GD causará na rede e a sua sustentabilidade.</p><cite>ANEEL. Nota Técnica nº 0062/2018, fl. 6.</cite></blockquote>



<p>É
interessante destacar que a quantidade de consumidores que instalaram micro ou
minigeração tem sido inferior às projeções realizadas pela ANEEL. Contudo, os
impactos reais da GD são mais importantes em relação à potência total instalada
do que à quantidade de conexões. E, sobre a potência instalada, as projeções
também falharam, pois de fato ela é bem superior ao que se esperava.</p>



<p>A
ideia central é evitar que a regulamentação da GD, de acordo com a visão da
Agência, seja, ao mesmo tempo, muito boa para “prossumidores” (consumidores com
GD) e muito ruim para os demais consumidores. Assim, a Nota técnica ainda pontua:</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right"><p>[&#8230;] a AIR visa avaliar formas diferentes de compensação da energia injetada na rede por unidades consumidoras com micro ou minigeração distribuída, quantificando seus impactos para os diversos envolvidos, de modo a escolher aquela que implique em maiores benefícios totais para a sociedade.</p><cite> ANEEL. Nota Técnica nº 0062/2018, fl. 7.</cite></blockquote>



<p>Atualmente
o Sistema de Compensação faz com que a energia injetada pelo prossumidor seja
compensada integralmente por todas as componentes tarifárias que compõem a
fatura de energia. Na prática, o prossumidor paga a diferença da energia injetada
e a energia consumida da rede, ou seja, se o medidor bidirecional registra, por
exemplo, 250 kWh de energia consumida (energia que entra) e 150 kWh de energia
injetada (energia que sai), a cobrança incidirá sobre a diferença de 100 kWh,
respeitando-se a fatura mínima referente ao custo de disponibilidade. Atualmente
a quantidade de energia injetada tem o mesmo valor que a energia consumida da
rede, embora a diferença seja calculada em kWh e não em Reais.</p>



<p>A
proposição da revisão criou 6 alternativas (da alternativa 0 a alternativa 5)
que deixam de faturar sobre a diferença e passam a faturar, progressivamente, sobre
toda a energia consumida da rede sobre diferentes componentes tarifárias.</p>



<p>A
fatura de energia elétrica para o grupo B (basicamente consumidores
residenciais e comerciais conectados em baixa tensão), como a conhecemos hoje,
é composta basicamente de duas tarifas: a Tarifa de Uso do Sistema de
Distribuição (TUSD) e a Tarifa de Energia (TE). A TUSD e a TE, por sua vez, são
compostas por outras componentes tarifárias, a saber:</p>



<p>TE = Energia + Encargos;</p>



<p>TUSD
= Fio A + Fio B + Perdas + Encargos.</p>



<p>A
componente “Energia” refere-se ao custo da energia propriamente dita, que foi
gerada em algum (ou alguns) dos milhares de empreendimentos de geração elétrica
no país, comprada e revendida aos consumidores pelas distribuidoras de energia.
As componentes chamadas “Fio A” e “Fio B” referem-se ao transporte da energia e
agregam outros custos regulatórios.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-0-2-1030x704.png" alt="" class="wp-image-1253" width="437" height="298" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-0-2-1030x704.png 1030w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-0-2-300x205.png 300w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-0-2-768x525.png 768w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-0-2-705x482.png 705w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-0-2-450x307.png 450w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-0-2.png 1231w" sizes="(max-width: 437px) 100vw, 437px" /><figcaption>Figura 1 &#8211; Propostas de Compensação (alternativas 0 a 2).<br>Fonte: autoria própria.</figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-3-5-1030x704.png" alt="" class="wp-image-1254" width="436" height="298" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-3-5-1030x704.png 1030w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-3-5-300x205.png 300w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-3-5-768x525.png 768w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-3-5-705x482.png 705w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-3-5-450x307.png 450w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-3-5.png 1231w" sizes="(max-width: 436px) 100vw, 436px" /><figcaption>  Figura 2: Propostas de Compensação (alternativas 3 a 5).<br>Fonte: autoria própria. </figcaption></figure></div>



<p>Claramente
as alternativas apresentadas põem em foco a TUSD e as suas componentes porque o
prossumidor é capaz de gerar a sua própria energia, mas não dispõe de sistema
de distribuição próprio e, quando injeta energia na rede, o faz pela
infraestrutura de distribuição já existente da distribuidora local.</p>



<p>Entretanto,
o primeiro impacto da GD, sem dúvida, é a energia evitada. A quantidade de
energia gerada pelos sistemas de micro ou minigeração faz com que a mesma
quantidade de energia deixe de ser comprada pela distribuidora das centrais
geradoras. A distribuidora deixa de ter o custo e a receita dessa energia, mas
reivindicaria, mesmo assim, a utilização do seu sistema de distribuição pela GD
– o chamado “serviço fio” – já que os sistemas de micro ou minigeração (chamados
de sistemas <em>on-grid</em>) estão conectados
à sua rede elétrica de distribuição.</p>



<p>A
discussão, contudo, precisa ser avaliada porque não se pode afirmar que a GD
aumentaria o fluxo energético na rede de distribuição ocasionando aumento de
custo para a distribuidora. Pela mesma lógica, ao contrário, a GD poderia
aliviar esse fluxo ocasionando na prática um ganho ou <em>saving</em> para a distribuidora. Ou, ainda, a situação pode ser mais
complexa e uma combinação das duas possibilidades, dependendo da região, da
época do ano, tipo de consumidor e perfil de consumo (curva de carga).</p>



<p>Uma
simulação básica com valores hipotéticos mostra o valor da TE e da TUSD por kWh
e a contribuição porcentual das componentes tarifárias.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="557" height="273" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-TETUSD.png" alt="" class="wp-image-1256" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-TETUSD.png 557w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-TETUSD-300x147.png 300w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-TETUSD-450x221.png 450w" sizes="(max-width: 557px) 100vw, 557px" /><figcaption>Tabela 1 &#8211; TE e TUSD e suas Componentes Tarifárias (valores hipotéticos).<br>Fonte: autoria própria.<br></figcaption></figure></div>



<p>Se
tomarmos um exemplo de aplicação residencial, em um dado período, supõe-se que um
microgerador fotovoltaico gera 200 kWh e o consumo total da residência é 300
kWh. Assim, a fatura de energia pela regra atual será de (300-200) kWh
multiplicado pela tarifa de fornecimento (TE+TUSD), o que resulta em R$ 50,00.
Neste caso não importa quanta energia foi injetada pelo microgerador na rede
porque a compensação de energia é sempre integral (1:1) e a economia é dada
pela razão da geração fotovoltaica pelo consumo total (200 kWh/300 kWh) ou
66,7% (sem GD essa residência pagaria R$ 150,00 de energia elétrica).</p>



<p>Agora,
vamos simular a fatura segundo as demais alternativas propostas para a revisão
do Sistema de Compensação. Para tanto, é fundamental saber quanta energia é
injetada porque as demais componentes tarifárias não serão compensadas
integralmente. Utilizando o exemplo anterior definimos a primeira situação em que
50 kWh são injetados na rede e, portanto, são consumidos na rede (300-200) kWh +
50 kWh = 150 kWh:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="570" height="403" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-alternativas_75.png" alt="" class="wp-image-1257" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-alternativas_75.png 570w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-alternativas_75-300x212.png 300w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-alternativas_75-260x185.png 260w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-alternativas_75-450x318.png 450w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /><figcaption> <br>Tabela 2 &#8211; Simulação de Economia nas Diferentes Alternativas (Simultaneidade de 75%).<br>Fonte: autoria própria. </figcaption></figure></div>



<p>À
medida que cada componente tarifária deixa de ser compensada integralmente, a
economia da GD cai drasticamente.</p>



<p>Considerando-se
o mesmo exemplo em uma segunda situação, mas com energia injetada de 128 kWh:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="570" height="405" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-alternativas_36.png" alt="" class="wp-image-1258" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-alternativas_36.png 570w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-alternativas_36-300x213.png 300w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-alternativas_36-260x185.png 260w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-alternativas_36-450x320.png 450w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /><figcaption> <br>Tabela 3 &#8211; Simulação de Economia nas Diferentes Alternativas (Simultaneidade de 36%).<br>Fonte: autoria própria. </figcaption></figure></div>



<p>Por
trás da quantidade de energia injetada na rede há um importante e essencial
conceito: o fator de simultaneidade – proporção da energia gerada que é
consumida instantaneamente. Nas duas situações acima, 50 kWh de energia
injetada corresponde a 150 kWh de energia consumida instantaneamente e 128 kWh de
energia injetada corresponde a 72 kWh de energia consumida instantaneamente, ou
75% e 36% de simultaneidade, respectivamente. </p>



<p>Nota-se
que nas duas simulações a geração fotovoltaica e o consumo total não sofreram
alteração. Quanto maior a energia injetada ou quanto mais se “utiliza” a rede
de distribuição quando há excesso momentâneo de geração, menor será a economia
que a GD proporcionará. Então, é possível conhecer o custo da energia injetada
para cada alternativa, considerando-se os valores hipotéticos da TE e da TUSD.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="281" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_tabela-custo-da-energia-injetada.png" alt="" class="wp-image-1259"/><figcaption> <br>Tabela 4 &#8211; Custo da Energia Injetada nas Diferentes Alternativas (valores hipotéticos).<br>Fonte: autoria própria. </figcaption></figure></div>



<p>Independentemente
da geração, consumo total ou fator de simultaneidade, implicitamente cada
alternativa proposta “taxa” diretamente a energia injetada e consequentemente o
uso da rede da distribuidora. O custo da energia injetada das alternativas 4 e
5 é igual e superior, respectivamente, à TUSD deste exemplo (R$ 0,25/kWh). Na
primeira situação o prossumidor que injeta 50 kWh pela alternativa 1, teria um
custo adicional da sua microgeração de 50 kWh · R$ 0,14/kWh = R$ 7,00 e na
segunda situação de R$ 17,92. Portanto, percebe-se que o que está em discussão
na revisão da REN nº 482 é a remuneração das distribuidoras pelos micros e
minigeradores quando há injeção. E aí, quanto menor o fator de simultaneidade,
maior será esse custo adicional.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Relatório de AIR</strong></p>



<p>Na
análise da GD para compensação local, o relatório indica que não será
economicamente sustentável manter o Sistema de Compensação na alternativa 0
(atual). A possibilidade é avançar para a alternativa 1 quando se atingir 3,365
GW, esperado para 2025. Este marco de potência instalado é chamado de gatilho.</p>



<p>A
AIR pontua que considerou manter por 25 anos (expectativa da vida útil do
sistema fotovoltaico) a compensação de energia segundo a regra vigente para
micro e minigeradores instalados até o final de 2019. A partir de 2020 até o
ano do gatilho manter-se-á a alternativa 0 por 10 anos e depois a energia
passará a ser compensada pela alternativa 1. Novos sistemas instalados a partir
do gatilho passam a compensar diretamente pela alternativa 1.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1030" height="246" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-local-1030x246.png" alt="" class="wp-image-1260" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-local-1030x246.png 1030w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-local-300x72.png 300w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-local-768x184.png 768w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-local-1500x359.png 1500w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-local-705x169.png 705w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-local-450x108.png 450w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-local.png 1990w" sizes="(max-width: 1030px) 100vw, 1030px" /><figcaption> <br>Figura 3: Compensação Local pela Alternativa 1 com Gatilho de 3,365 GW.<br>Fonte: autoria própria.</figcaption></figure></div>



<p>Para
as micro e minigerações para compensação remota, a análise sugere que o
equilíbrio econômico será desfeito em poucos anos e propõe dois gatilhos: 1,25
GW e 2,13 GW, esperados para 2022 e 2025, respectivamente.</p>



<p>O
primeiro gatilho muda a compensação para a alternativa 1 e o segundo gatilho
para a alternativa 3. A compensação remota teria regras novas e ficaria assim:</p>



<p>Instalações
até 2019 teriam compensações mantidas pela alternativa 0 por 25 anos.
Instalações entre 2020 e o primeiro gatilho (1,25 GW) teriam compensação pela
alternativa 0 por 10 anos e depois mudariam para a alternativa 3. Instalações
entre os dois gatilhos seriam compensados pela alternativa 1 por 10 anos e
depois mudariam para a alternativa 3. Após o segundo gatilho as instalações
passam a compensar diretamente pela alternativa 3.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1030" height="281" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-remota-1030x281.png" alt="" class="wp-image-1261" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-remota-1030x281.png 1030w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-remota-300x82.png 300w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-remota-768x209.png 768w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-remota-1500x409.png 1500w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-remota-705x192.png 705w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-remota-450x123.png 450w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Artigo_REN-482_alternativa-remota.png 1990w" sizes="(max-width: 1030px) 100vw, 1030px" /><figcaption> <br>Figura 4: Compensação Remota pela Alternativa 1 e 3 com Gatilhos de 1,25 GW e 2,13 GW.<br>Fonte: autoria própria.</figcaption></figure></div>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Considerações Finais</strong></p>



<p>A
GD é benéfica porque adia investimentos em novas redes de transmissão e
distribuição, aumenta progressivamente a energia evitada, reduz perdas na
distribuição e na transmissão, além de contribuir para a redução da emissão de
gases do efeito estufa e da poluição atmosférica e ainda diversifica a matriz
energética. No tempo de análise (2020 a 2035) a manutenção da regra atual
(alternativa 0) é bastante positiva: a GD deixaria de emitir 79 milhões de
toneladas de CO<sub>2</sub> e geraria 589 mil empregos ao invés dos 433 mil que
a alternativa 1 sugere.</p>



<p>Em
uma eventual mudança da resolução a GD não deixará de evoluir, mas sua taxa de
crescimento será nitidamente mais lenta, adicionando pelo menos 12 meses ao <em>payback</em> do sistema fotovoltaico com a
adoção da alternativa 1. Embora os gatilhos sugeridos pareçam estar distantes
no tempo, a GD avança rapidamente e, por enquanto, sem travas. O custo
adicional da energia injetada aumenta à medida que se diminui a simultaneidade
e a GD tenderia a ser menos atrativa para consumidores residenciais onde o
consumo é mais concentrado nos horários de ponta, desalinhados com a geração
fotovoltaica, fora da ponta. O percentual típico de simultaneidade para
consumidores residenciais é de 36%, segundo dados da Empresa de Pesquisa
Energética (EPE) e, assim sendo, os consumidores residenciais seriam os mais
afetados.</p>



<p>Embora
as distribuidoras possam reivindicar que as componentes tarifárias da TUSD ou a
TUSD inteira não deva ser compensada pela GD – porque isso acarretaria em
prejuízo – vale lembrar que os consumidores cativos já estão sujeitos ao
custo de disponibilidade, que é o mínimo de fatura que se paga, mesmo não
consumindo energia da rede. Qualquer mudança na resolução deveria, então,
isentar os prossumidores deste custo, substituindo-o pelo custo adicional da
energia injetada que estariam sujeitos.</p>



<p>Atualmente,
há mais de 70 mil unidades consumidoras gerando a própria eletricidade,
acumulando 720 MW de potência solar proveniente de recursos financeiros
próprios. Adicionando-se a capacidade instalada de geração centralizada, a
energia solar entrega 2,8 GW em todo o país, muito pouco se comparado com EUA e
Japão com 50 GW cada um. É nítido, portanto, que os gatilhos propostos irão
impor forte freio à expansão solar brasileira.</p>



<p>Em
suma, é difícil entender como “maiores benefícios totais para a sociedade”
serão alcançados com qualquer alternativa que não a atual, se claramente há
risco para menor geração de empregos, estagnando a cadeia de valor fotovoltaica
desenvolvida e com piores consequências para o meio-ambiente. É necessário
observar o amadurecimento da fonte solar antes de impor qualquer freio
financeiro tão cedo, afinal, existem mais de 80 milhões de unidades
consumidoras, sobretudo consumidores residenciais.</p>



<p>Talvez
a mudança da resolução seja inevitável, mas de forma alguma a energia solar
será inviável, pelo contrário, o avanço tecnológico dos sistemas fotovoltaicos
poderá impulsioná-la ainda mais. O importante é não desistir da energia solar,
fonte inesgotável e limpa; a única com acesso viável – e individual – para pessoas
e empresas realizarem a sua evolução energética, criando seus próprios meios de
desenvolvimento sustentável. A GD trouxe a oportunidade e a opção do consumo
energético sustentável em si, proporcionando, também, ganhos econômicos. Agora,
espera-se que a GD não seja uma decisão meramente financeira!</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right"><p>“A energia é a artéria vital de cada desenvolvimento natural e social. Nenhum processo vital, natural ou social, é concebível ou descritível sem o seu fundamento energético”</p><cite> Hermann Scheer, em O Manifesto Solar. <br></cite></blockquote>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Fontes</strong></p>



<p>[1] ANEEL. Resolução
Normativa nº 482/2012. Disponível em: <a href="http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2012482.pdf">http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2012482.pdf</a></p>



<p>[2] ANEEL. Resolução
Normativa nº 687/2015. Disponível em: <a href="http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2015687.pdf">http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2015687.pdf</a></p>



<p>[3] ANEEL. Agenda
Regulatória. Disponível em <a href="http://www.aneel.gov.br/agenda-regulatoria-aneel">http://www.aneel.gov.br/agenda-regulatoria-aneel</a></p>



<p>[4] ANEEL. Relatório de
Análise de Impacto Regulatório nº 0004/2018. Disponível na seção de <a href="http://www.aneel.gov.br/audiencias-publicas?p_p_id=audienciaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet&amp;p_p_lifecycle=2&amp;p_p_state=normal&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_cacheability=cacheLevelPage&amp;p_p_col_id=column-2&amp;p_p_col_count=1&amp;_audienciaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet_documentoId=42675&amp;_audienciaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet_tipoFaseReuniao=fase&amp;_audienciaspublicasvisualizacao_WAR_AudienciasConsultasPortletportlet_jspPage=%2Fhtml%2Faudiencias-publicas-visualizacao%2Fvisualizar.jsp">Audiências
Públicas</a>
(AP nº 001/2019).</p>



<p>[5] Zilles, Roberto <em>et al</em>. Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede Elétrica. Ed.
Oficina de Textos. São Paulo, 2012.</p>



<p>[6] Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Nota Técnica DEA 26/14 – Avaliação da Eficiência Energética e Geração
Distribuída para os Próximos 10 anos (2014-2023). Disponível em <a href="http://www.epe.gov.br/">http://www.epe.gov.br/</a></p>



<p>[7] ANEEL. Geração Distribuída. Acesso em 23
de abril de 2019. Disponível em <a href="http://www2.aneel.gov.br/scg/gd/GD_Fonte.asp">http://www2.aneel.gov.br/scg/gd/GD_Fonte.asp</a></p>



<p>[8] ANEEL. BIG – Banco de Informações de
Geração: Capacidade de Geração do Brasil. Acesso em 23 de abril de 2019.
Disponível em <a href="http://www2.aneel.gov.br/aplicacoes/capacidadebrasil/capacidadebrasil.cfm">http://www2.aneel.gov.br/aplicacoes/capacidadebrasil/capacidadebrasil.cfm</a></p>



<p>[9] Scheer, Hermann. O Manifesto Solar:
Energia Renovável e a Renovação da Sociedade. CEPEL – CRESESB. Rio de Janeiro,
2015.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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<p>Sobre o autor | <a href="https://www.linkedin.com/in/igor-cordeiro-inergial/">Igor Cordeiro</a> é instrutor de
energias renováveis na <a href="http://inergial.com.br/">Inergial Energia
Ltda</a>.</p>
<p>O post <a href="https://inergial.com.br/revisao-da-482-impactos-para-gd-e-energia-solar/">Revisão da REN nº 482: Impactos para a Geração Distribuída e para a Energia Solar</a> apareceu primeiro em <a href="https://inergial.com.br">Inergial</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Expansão da Geração Distribuída com Energia Solar</title>
		<link>https://inergial.com.br/expansao-da-geracao-distribuida-com-energia-solar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 20:58:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Fotovoltaico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou a Resolução Normativa nº 482 em abril de 2012 (REN 482/2012), qualquer consumidor de energia elétrica ganhou a possibilidade de gerar a sua própria eletricidade através de diversas fontes de energia. A fonte solar, contudo, responde por mais de 80% da capacidade instalada de geração distribuída, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (<a href="http://www.aneel.gov.br/">ANEEL</a>) publicou a Resolução Normativa nº 482 em abril de 2012 (<a href="http://www2.aneel.gov.br/cedoc/bren2012482.pdf">REN 482/2012</a>), qualquer consumidor de energia elétrica ganhou a possibilidade de gerar a sua própria eletricidade através de diversas fontes de energia. A fonte solar, contudo, responde por mais de 80% da capacidade instalada de geração distribuída, desenvolvendo o mercado de energia solar no Brasil e alavancando a micro e minigeração distribuída.</p>
<p>A partir de 2012 consumidores residenciais, comerciais, industriais e rurais começaram a instalar geradores fotovoltaicos e, hoje, há quase 49 mil sistemas fotovoltaicos instalados no Brasil que somam 500 MW de capacidade.</p>
<p><a href="http://inergial.com.br/wp-content/uploads/2018/12/GD_FV_Brasil-2012-2018.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1009 alignleft" src="http://inergial.com.br/wp-content/uploads/2018/12/GD_FV_Brasil-2012-2018-300x203.png" alt="" width="300" height="203" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2018/12/GD_FV_Brasil-2012-2018-300x203.png 300w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2018/12/GD_FV_Brasil-2012-2018-768x520.png 768w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2018/12/GD_FV_Brasil-2012-2018.png 934w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2018/12/GD_FV_Brasil-2012-2018-705x478.png 705w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2018/12/GD_FV_Brasil-2012-2018-450x305.png 450w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>Com o rápido declínio dos preços e aumento da competição o ano de 2018 foi marcado pela maior expansão da energia solar desde a regulamentação da geração distribuída em 2012. No ano, foram instalados mais de 26 mil novos sistemas fotovoltaicos acrescentando mais de 300 MW de potência solar. Os sistemas fotovoltaicos residenciais correspondem a ¾ das instalações, mas 45% de toda a capacidade instalada está em comércios pelo País.</p>
<p>Embora a REN 482/2012 regulamente a geração distribuída igualmente para todo o Brasil, apenas três estados concentram metade de toda a capacidade instalada de geração distribuída. Há fatores que incentivam a geração distribuída como os bons índices de radiação solar e as tarifas de energia elétrica mais caras. E outros motivos que são obstáculos no desenvolvimento da geração distribuída como, por exemplo, dificuldade de acesso a linhas de financiamento e empréstimos financeiros.</p>
<table width="359">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="28"><strong>UF</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="93"><strong>% Capacidade</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="28"><strong>UF</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="93"><strong>% Capacidade</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="24"><strong>UF</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="93"><strong>% Capacidade</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">MG</td>
<td style="text-align: right;">25,28%</td>
<td style="text-align: center;">PE</td>
<td style="text-align: right;">2,79%</td>
<td style="text-align: center;">RO</td>
<td style="text-align: right;">0,88%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">RS</td>
<td style="text-align: right;">13,85%</td>
<td style="text-align: center;">BA</td>
<td style="text-align: right;">2,39%</td>
<td style="text-align: center;">PA</td>
<td style="text-align: right;">0,73%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">SP</td>
<td style="text-align: right;">10,67%</td>
<td style="text-align: center;">MS</td>
<td style="text-align: right;">2,17%</td>
<td style="text-align: center;">SE</td>
<td style="text-align: right;">0,59%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">PR</td>
<td style="text-align: right;">6,28%</td>
<td style="text-align: center;">RN</td>
<td style="text-align: right;">2,07%</td>
<td style="text-align: center;">AL</td>
<td style="text-align: right;">0,53%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">SC</td>
<td style="text-align: right;">6,22%</td>
<td style="text-align: center;">PB</td>
<td style="text-align: right;">1,68%</td>
<td style="text-align: center;">TO</td>
<td style="text-align: right;">0,48%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">CE</td>
<td style="text-align: right;">5,16%</td>
<td style="text-align: center;">DF</td>
<td style="text-align: right;">1,66%</td>
<td style="text-align: center;">AM</td>
<td style="text-align: right;">0,12%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">RJ</td>
<td style="text-align: right;">4,94%</td>
<td style="text-align: center;">ES</td>
<td style="text-align: right;">1,60%</td>
<td style="text-align: center;">AP</td>
<td style="text-align: right;">0,12%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">MT</td>
<td style="text-align: right;">4,03%</td>
<td style="text-align: center;">PI</td>
<td style="text-align: right;">1,37%</td>
<td style="text-align: center;">AC</td>
<td style="text-align: right;">0,11%</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">GO</td>
<td style="text-align: right;">3,21%</td>
<td style="text-align: center;">MA</td>
<td style="text-align: right;">1,03%</td>
<td style="text-align: center;">RR</td>
<td style="text-align: right;">0,04%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para 2019 a expectativa de crescimento da geração distribuída é ainda maior do observado em 2018 porque os preços tenderão a se acomodar e a disseminação dos benefícios da energia solar contribuirá para que cada vez mais pessoas e empresas se interessem pela geração própria de energia com vantagens imediatas, como a drástica redução da fatura de energia elétrica.</p>
<p>Além disso, a chegada de carros elétricos e a mobilidade elétrica em geral (<em>e-bikes, e-scooters</em> e <em>e-</em>patinetes) ajudarão a impulsionar a geração local da eletricidade, sem os altos custos de transmissão e distribuição.</p>
<p>Espera-se, então, uma rápida mudança de paradigma e modelo de geração e consumo de eletricidade. O modelo atual, totalmente centralizado em grandes empreendimentos de geração com agentes de transmissão e distribuição espalhados pelo País dividirão o mercado com a concorrência dos seus clientes (cativos). Assim, a geração distribuída ajudará a descentralizar a geração e o consumo de energia e também balanceará economicamente e politicamente o setor elétrico nacional.</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>[1] ANELL. Geração Distribuída. Acesso em 28 de dezembro de 2018. Disponível em <a href="http://www2.aneel.gov.br/scg/gd/GD_Fonte.asp"><u>http://www2.aneel.gov.br/scg/gd/GD_Fonte.asp</u></a></p>
<p>[2] ANEEL. BIG – Banco de Informações de Geração: Capacidade de Geração do Brasil. Acesso em 28 de dezembro de 2018. Disponível em <a href="http://www2.aneel.gov.br/aplicacoes/capacidadebrasil/capacidadebrasil.cfm">http://www2.aneel.gov.br/aplicacoes/capacidadebrasil/capacidadebrasil.cfm</a></p>
<p>[3] ANEEL. Resolução Normativa Nº 482/2012. Disponível em <a href="http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2018819.pdf"> http://www2.aneel.gov.br/cedoc/bren2012482.pdf</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amplie seu Portfolio de Projetos e Serviços com Energia Solar</title>
		<link>https://inergial.com.br/amplie-seu-portfolio-de-projetos-e-servicos-com-energia-solar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 18:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Veículo Elétrico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta Terça-feira, 6 de novembro, a Inergial Energia, com apoio do Bendito Coworking, palestrou no evento &#8220;Amplie seu Portfolio de Projetos e Serviços com Energia Solar&#8221;. O evento foi direcionado à arquitetos, construtores e engenheiros civis. Dentre os tópicos do evento foi abordado o crescimento da fonte solar fotovoltaica no Brasil e no mundo, as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta Terça-feira, 6 de novembro, a Inergial Energia, com apoio do Bendito Coworking, palestrou no evento &#8220;Amplie seu Portfolio de Projetos e Serviços com Energia Solar&#8221;.</p>
<p>O evento foi direcionado à arquitetos, construtores e engenheiros civis. Dentre os tópicos do evento foi abordado o crescimento da fonte solar fotovoltaica no Brasil e no mundo, as modalidades de geração de eletricidade e os benefícios de um sistema de geração distribuída para clientes residenciais, comerciais e industriais.</p>
<p>Além da possibilidade de projetos de geração distribuída a Inergial também lançou a comercialização de carregadores para veículos elétricos seguindo uma tendência mundial que muito em breve fará parte da realidade brasileira. Os veículos (100%) elétricos e híbridos terão grande participação na frota nacional e a infraestrutura de recarga será tão importante quanto a origem da eletricidade para recarga das suas baterias.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Evento sobre Energia Solar no 9 Coworking</title>
		<link>https://inergial.com.br/evento-sobre-energia-solar-no-9-coworking/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Oct 2018 17:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 9 de outubro a Inergial, em parceria com o 9 Coworking, realizou mais um evento sobre energia solar para o público em geral. O evento nomeado &#8220;Melhore a Competitividade da sua Empresa com os Benefícios da Energia Solar&#8221; atraiu pessoas e empresas que desejam investir em um sistema solar fotovoltaico para geração [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 9 de outubro a <strong><a href="http://www.inergial.com.br">Inergial</a></strong>, em parceria com o <strong><a href="http://www.9coworking.com">9 Coworking</a></strong>, realizou mais um evento sobre energia solar para o público em geral.</p>
<p>O evento nomeado <strong>&#8220;Melhore a Competitividade da sua Empresa com os Benefícios da Energia Solar&#8221;</strong> atraiu pessoas e empresas que desejam investir em um sistema solar fotovoltaico para geração própria de eletricidade.</p>
<p>Durante a apresentação foram abordados tópicos como o rápido crescimento da energia solar no mundo e no Brasil, o funcionamento e operação dos sistemas conectados à rede elétrica, o mercado de trabalho no setor e o financiamento de projetos para pessoas físicas e jurídicas.</p>
<p>Para saber mais sobre este assunto acesse o nosso <a href="http://inergial.com.br/blog/">Blog</a>. A Inergial também está presente nas redes sociais: <a href="https://www.linkedin.com/company/inergial/">LinkedIn</a> e <a href="https://www.facebook.com/inergial/">Facebook</a>.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FAQ &#124; Energia Solar e Geração Distribuída no Brasil</title>
		<link>https://inergial.com.br/faq-energia-solar-e-geracao-distribuida-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2018 15:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Fotovoltaico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo traz as perguntas e respostas mais usuais em torno do assunto da geração distribuída com energia solar no Brasil. Se você é um profissional da área ou se pretende se tonar um, talvez você encontre aqui respostas para algumas perguntas. Caso alguma dúvida persista, escreva para nós! 1.    Qual a diferença entre energia solar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://inergial.com.br/faq-energia-solar-e-geracao-distribuida-no-brasil/">FAQ | Energia Solar e Geração Distribuída no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://inergial.com.br">Inergial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo traz as perguntas e respostas mais usuais em torno do assunto da geração distribuída com energia solar no Brasil. Se você é um profissional da área ou se pretende se tonar um, talvez você encontre aqui respostas para algumas perguntas. Caso alguma dúvida persista, escreva para nós!</p>
<p><strong>1.    Qual a diferença entre energia solar térmica e solar fotovoltaica?</strong></p>
<p>A energia solar térmica é a conversão da luz solar diretamente em calor e é utilizada para aquecimento de água, principalmente em residências. A energia solar fotovoltaica é a conversão de luz solar diretamente em eletricidade e sua aplicação tem sido crescente para geração própria de energia em residências, comércios e indústrias.</p>
<p><strong>2.    Quem pode fazer uso da energia solar fotovoltaica?</strong></p>
<p>Qualquer consumidor de eletricidade no Brasil – uma pessoa ou empresa – pode gerar sua própria eletricidade.</p>
<p><strong>3.    Por que a energia solar tem sido tão falada ultimamente?</strong></p>
<p>Na verdade, temos ouvido falar bastante de energias renováveis. Assim como a energia solar, outras fontes de energias renováveis como a eólica, por exemplo, têm ganhado atenção por vários motivos. Entre esses:</p>
<p>·  há o comprometimento de muitos países para substituir fontes fósseis por fontes mais limpas para geração de eletricidade;</p>
<p>· amadurecimento de tecnologias que viabilizaram o uso de fontes renováveis;</p>
<p>· acessibilidade comercial decorrente da queda do preço de equipamentos e consequente competitividade do custo nivelado da eletricidade e,</p>
<p>· regulamentação governamental local, possibilitando que consumidores de eletricidade possam também gerar a sua própria energia. A isso se deu o nome de Geração Distribuída.</p>
<p><strong>4.    Como funciona um sistema de energia solar fotovoltaica?</strong></p>
<p>Um sistema fotovoltaico é composto basicamente de um conjunto de módulos solares conectados entre si, um dispositivo eletrônico chamado inversor, cabos elétricos, dispositivos de proteção como fusíveis, disjuntores, dispositivos contra surto, além de interruptores e seccionadoras.</p>
<p><strong>5.    Qual é a função de cada equipamento do sistema fotovoltaico?</strong></p>
<p>Os módulos solares são os equipamentos ativos do sistema, ou seja, são eles que geram a eletricidade. O inversor converte a corrente elétrica contínua em corrente elétrica alternada. Cabos elétricos conduzem a eletricidade e os dispositivos de proteção e manobra protegem o sistema fotovoltaico, a rede elétrica e as pessoas.</p>
<p><strong>6.    Um sistema fotovoltaico precisa de bateria para armazenar a energia gerada?</strong></p>
<p>Se existe rede elétrica na região os sistemas fotovoltaicos não precisam de bateria. Neste caso, a eletricidade é entregue ao consumidor através de uma distribuidora local e o sistema fotovoltaico é conectado à rede elétrica. Sistema fotovoltaicos que armazenam a energia gerada são chamados de “isolados” e normalmente são instalados por consumidores que não são atendidos por distribuidoras de energia. Hoje, a maioria das instalações são de “sistemas fotovoltaicos conectados à rede” ou também conhecidos como sistemas “<em>on-grid</em>”.</p>
<p><strong>7.    Um sistema fotovoltaico conectado à rede é capaz de fornecer energia quando houver interrupção de energia?</strong></p>
<p>Não. Um sistema <em>on-grid</em> não é um sistema auxiliar em caso de interrupção de energia pela distribuidora local. Por segurança, o sistema deverá se desconectar da rede elétrica e isso é feito automaticamente pelo inversor que, além de converter a energia dos módulos, otimiza a entrega de potência para as cargas, sendo o “cérebro” do sistema.</p>
<p><strong>8.    Se o sistema não pode funcionar como <em>back-up</em>, qual é a sua vantagem?</strong></p>
<p>Um sistema <em>on-grid</em> tem muitas vantagens. Pelo ponto de vista dos consumidores a principal delas é a economia. Já imaginou poder gerar sua própria energia a um custo baixo? O retorno econômico do investimento é bem menor que a vida útil do sistema e, além disso, a geração de energia é segura, limpa e sustentável. A desvantagem é que o investimento inicial pode ser alto, dependendo do tamanho (potência) do seu sistema.</p>
<p><strong>9.    Como saber qual é o tamanho ideal do sistema para a minha necessidade?</strong></p>
<p>Considerando-se que o sistema suprirá todo o seu consumo atual de energia, o ponto de partida é analisar o histórico de consumo dos últimos 12 meses. Esta informação está indicada nas faturas de energia elétrica enviadas mensalmente pela sua distribuidora. O consumo é a quantidade de energia elétrica entregue pela distribuidora dentro do período de um mês e é indicada em kWh (quilowatt-hora). Quanto maior o consumo, maior a quantidade de módulos solares necessários e, consequentemente, mais potentes serão os inversores. Lembre-se, o investimento é proporcional à potência (tamanho) do sistema!</p>
<p><strong>10. Como faço para instalar um sistema fotovoltaico na minha residência ou empresa?</strong></p>
<p>O sistema fotovoltaico pode ser facilmente adquirido por pessoas ou empresas, mas recomendamos a contratação de uma empresa integradora que será responsável pelo projeto, instalação e solicitação de conexão do seu sistema à rede elétrica local.</p>
<p><strong>11. É necessária alguma ação pós-instalação para usar o sistema?</strong></p>
<p>Sim, o sistema fotovoltaico estará oficialmente conectado à rede elétrica quando o acesso à rede (conexão) for solicitado à distribuidora local. A conexão do sistema transforma o consumidor de energia também em um gerador de energia, que passará a utilizar a rede elétrica para distribuir eletricidade em caso de excesso de geração. Assim, os dados de todo gerador passam a ser conhecidos pela ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica.</p>
<p><strong>12. O que é necessário para solicitação de acesso do sistema fotovoltaico à rede elétrica? Tem custo para isso?</strong></p>
<p>Normalmente a empresa contratada para o projeto e instalação também se encarrega desta solicitação seguindo um procedimento padrão. Alguns documentos e informações são obrigatórias para a solicitação de acesso:</p>
<p>·   Relatório com informações do sistema fotovoltaico e do consumidor;</p>
<p>·   Projeto elétrico do sistema fotovoltaico;</p>
<p>·   Anotação de responsabilidade técnica (ART) emitida por engenheiro responsável;</p>
<p>·   Ficha de acesso.</p>
<p>A distribuidora não pode cobrar pelo acesso do seu sistema à rede (1). O recebimento da solicitação, emissão de parecer, visita técnica e instalação do medidor bidirecional não têm custo!</p>
<p>(1) os custos de eventuais estudos, melhorias e reforços na rede de distribuição para conexão de microgeração (até 75 kW) são exclusivos da distribuidora, exceto em caso de geração compartilhada. Poderá haver custos para minigeração, em casos especiais.</p>
<p><strong>13. A geração distribuída é regulamentada no Brasil?</strong></p>
<p>Sim, a geração distribuída no Brasil é regulamentada pela Resolução Normativa nº 482 de abril de 2012 (<a href="http://www.aneel.gov.br/cedoc/bren2012482.pdf" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer">REN 482/2012</a>) da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica – que regula e fiscaliza o setor elétrico nacional. Além desta resolução, procedimentos e normas técnicas devem ser seguidos para garantir o projeto e a instalação adequados, além da operação segura dos sistemas de geração distribuída.</p>
<p><strong>14. Como é o funcionamento do sistema em dias nublados, chuvosos e à noite?</strong></p>
<p>O sistema fotovoltaico pode gerar energia mesmo em dias nublados e chuvosos, mas a quantidade de energia será bem menor que em dias de céu aberto com bastante luz solar. À noite o sistema não gera energia, mas sua residência ou empresa está conectada à rede elétrica e, portanto, o consumo de eletricidade é normal neste período.</p>
<p><strong>15. O que acontece se a geração de energia for maior que o consumo?</strong></p>
<p>Quando a energia gerada não é consumida instantaneamente o inversor automaticamente injeta a energia na rede elétrica. Toda a energia injetada se torna um crédito de energia que poderá ser usada pelo consumidor posteriormente. Caso exista acúmulo de crédito, o consumidor tem 5 anos para utilizá-lo. Os créditos de energia ainda podem ser utilizados remotamente, por outro imóvel dentro da mesma área de concessão da distribuidora, mesmo que não exista um sistema fotovoltaico instalado. Esta modalidade é conhecida como autoconsumo remoto.</p>
<p><strong>16. Qual é a vida útil e a garantia dos equipamentos do sistema?</strong></p>
<p>A maioria dos fabricantes de módulos solares garantem a geração de energia por 25 anos, mas com degradação de potência. Isso significa que a capacidade de geração de eletricidade diminui com o tempo. Ou seja, é provável que a vida útil dos módulos possa ser superior ao tempo indicado, embora com rendimento menor. É importante destacar também que a garantia dos módulos não é de 25 anos, como algumas empresas publicam erroneamente. Normalmente, a garantia dos módulos é de 10 anos e a dos inversores de 5 anos. Contudo, sempre consulte estas informações porque elas podem mudar.</p>
<p><strong>17. Quais são as despesas de operação e manutenção?</strong></p>
<p>As despesas de operação do sistema são baixas. Basicamente há um pequeno consumo de eletricidade pelo inversor, que fica em <em>stand by</em> à noite. A manutenção do sistema também é baixa, mas ela existe! Considere que os módulos precisam ser limpos com certa periodicidade para evitar problemas de geração. Eventualmente algum módulo pode sofrer alguma avaria devido a sua exposição à chuva, poeira, temperatura e etc. Os inversores também podem sofrer avarias com consequente despesa de assistência técnica. Então, é bom considerar despesas de manutenção ao longo de alguns anos de operação.</p>
<p>Gostou do artigo ou quer nos dar uma sugestão de melhoria? Escreva para <a href="http://mailto:info@inergial.com.br" target="_blank" rel="noopener nofollow">info@inergial.com.br</a></p>
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<p>Sobre o autor | <a href="https://www.linkedin.com/in/igor-cordeiro-inergial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Igor Cordeiro</a> é consultor e instrutor de energias renováveis na <a href="http://inergial.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow">Inergial Energia Ltda</a>.</p>
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		<title>Entenda o Sol para Maximizar a Geração do Sistema Fotovoltaico</title>
		<link>https://inergial.com.br/entenda-o-sol-para-maximizar-a-geracao-do-sistema-fotovoltaico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2018 17:18:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Fotovoltaico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se trata de energia solar fotovoltaica tudo começa com o Sol. O entendimento básico sobre a relação entre o Sol e a Terra é importante para extrair do sistema fotovoltaico o máximo de energia para o qual ele foi dimensionado. Neste artigo darei dicas e noções básicas sobre a fonte solar para se entender [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se trata de energia solar fotovoltaica tudo começa com o Sol. O entendimento básico sobre a relação entre o Sol e a Terra é importante para extrair do sistema fotovoltaico o máximo de energia para o qual ele foi dimensionado. Neste artigo darei dicas e noções básicas sobre a fonte solar para se entender melhor como usar essa importante fonte renovável para geração de eletricidade.</p>
<p>Como ponto de partida é necessário entender como os raios solares atingem a superfície da Terra e o que podemos fazer para maximizar a geração de energia pelos módulos solares.</p>
<p>Sabemos que a Sol descreve uma trajetória aparente, nascendo ao Leste e se pondo a Oeste. Intuitivamente sabemos também que a geração de energia será proporcional à exposição de luz solar. Contudo, não basta haver luz. Os raios solares devem incidir o mais perpendicular possível aos módulos solares, o tempo todo. Mas, o ângulo de incidência dos raios solares sobre a superfície terrestre varia conforme o dia do ano, a hora do dia e a localização geográfica.</p>
<p><strong>O Efeito do Dia do Ano e da Hora do Dia</strong></p>
<p>O dia do ano e a hora do dia são variáveis com efeito sobre a trajetória aparente do Sol. Os movimentos de translação da Terra em torno do Sol e da rotação da Terra sobre o seu próprio eixo resultam na trajetória do Sol que nasce baixo ao Leste e gradualmente se ergue em direção ao Norte<sup>1</sup>, atingindo sua maior elevação, quando gradualmente começa a descer para se pôr a Oeste.  A cada novo dia a trajetória aparente do Sol é minimamente diferente a do dia anterior. Assim, a quantidade de energia gerada pelo sistema é diferente a cada dia e a cada hora. Portanto, no inverno é esperado que menos energia seja gerada, assim como no início da manhã ou fim da tarde de cada dia ao longo do ano.</p>
<p><strong>O Efeito da Localização Geográfica</strong></p>
<p>Como vimos, o ângulo de incidência dos raios solares tem efeito direto na geração fotovoltaica. A localização geográfica (e onde os módulos solares estão instalados) é a nossa posição sobre a superfície terrestre. A nossa posição angular em relação ao eixo Norte-Sul é conhecida como latitude e quanto maior a latitude, maior o ângulo de incidência.</p>
<p>O ideal é fazer com que os módulos solares sempre acompanhem a trajetória do Sol para que os raios solares atinjam os módulos perpendicularmente. Isso parece bem simples, mas o ângulo de incidência dos raios solares varia a cada instante e, na prática, os módulos são instalados em posição fixa em telhados ou lajes.</p>
<p>Muitos projetistas convencionam, então, que a inclinação dos módulos deve ser igual à latitude local com orientação Norte<sup>2</sup>.</p>
<p>Agora, um exercício prático. Imagine que se deseja instalar um sistema fotovoltaico na cidade de Alfenas, em Minas Gerais. Lá, a latitude é 21,4° Sul, ou seja, os módulos solares devem ser inclinados em 21° e orientados para o Norte.</p>
<p>Caso não seja possível inclinar e orientar os módulos adequadamente não há problema. O sistema funcionará mesmo assim, apenas gerando menos energia.</p>
<p>Então, resumidamente:</p>
<ul>
<li><strong>A inclinação e orientação dos módulos solares afetam diretamente a geração de energia.</strong></li>
<li><strong>Para sistemas fixos a inclinação deve ser igual à latitude, preferencialmente.</strong></li>
<li><strong>Qualquer orientação, de Leste a Oeste, pode ser utilizada. Orientação Norte maximiza a geração e Sul minimiza.</strong></li>
</ul>
<p>Portanto, antes de comprar um sistema fotovoltaico verifique se é possível instalá-lo adequadamente. Solicite apoio de um técnico ou engenheiro e evite surpresas.</p>
<p><sup>1</sup> para localidades no hemisfério Sul, o Sol atinge maior elevação (meio-dia solar) voltado para o Norte.</p>
<p><sup>2</sup> para localidades no hemisfério Sul.</p>
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		<item>
		<title>Um Futuro Renovável, Limpo e Sustentável Brilha para a Energia do Brasil</title>
		<link>https://inergial.com.br/um-futuro-renovavel-limpo-e-sustentavel-brilha-para-a-energia-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 19:11:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Fotovoltaico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“… a matriz elétrica brasileira é uma das mais renováveis do mundo.” Aproximadamente 80% da eletricidade global é gerada pela queima de combustíveis fósseis, insumos não-renováveis que emitem gases do efeito estufa, gerando poluição e muitos problemas de saúde pública. Este número, felizmente, não expressa a realidade brasileira. Por aqui, mais de 70% da potência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“… a matriz elétrica brasileira é uma das mais renováveis do mundo.”</strong></p>
<p>Aproximadamente 80% da eletricidade global é gerada pela queima de combustíveis fósseis, insumos não-renováveis que emitem gases do efeito estufa, gerando poluição e muitos problemas de saúde pública.<br />
Este número, felizmente, não expressa a realidade brasileira. Por aqui, mais de 70% da potência instalada (dos empreendimentos em operação) gera energia a partir de fontes renováveis, entre elas a hídrica, a eólica e a solar. Somente a fonte hídrica contribui com mais de 60% da nossa geração. Embora existam polêmicas sobre a sustentabilidade ambiental e social das hidrelétricas, a matriz energética brasileira é uma das mais renováveis do mundo.</p>
<p><strong> “Com estes números o Brasil se destaca na implantação de energias renováveis e limpas, …”</strong></p>
<p>Destacam-se a energia eólica e solar como fontes renováveis, limpas e de baixo impacto ambiental com 12,5 GW e 1 GW de potência instalada, respectivamente. Juntas, respondem por 8,5% da potência total instalada no País. Com estes números o Brasil se destaca na implantação de energias renováveis e limpas, situando-se entre os dez primeiros do mundo em geração eólica e com enorme potencial para estar entre os 10 primeiros com a energia solar em poucos anos, ultrapassando países europeus que já estiveram na vanguarda das energias renováveis.<br />
A energia eólica vem sendo introduzida no Brasil há mais tempo que a solar e nos últimos dez anos, essencialmente através da geração centralizada, diversos parques eólicos entraram em operação. Hoje, mais de seis mil aerogeradores fornecem energia para muitos consumidores, sobretudo no nordeste brasileiro.<br />
A energia solar, mais recente no <em>mix</em> de energia do País, cresce através da geração centralizada, com a implantação de usinas solares de grande escala, mas também através da chamada geração distribuída, quando um consumidor de energia pode gerar eletricidade para autoconsumo com um micro ou mini gerador, dependendo da quantidade de energia que deseja gerar.</p>
<p><strong> “… o mercado de energia solar no Brasil se modificou e a geração distribuída ganhou força.”</strong></p>
<p>Quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou a Resolução Normativa nº 482 em abril de 2012 (REN 482/2012), o mercado de energia solar no Brasil se modificou e a geração distribuída ganhou força. A partir de 2013, consumidores residenciais, comerciais, industriais e rurais começaram a instalar geradores fotovoltaicos que produzem eletricidade a partir da luz solar. Os consumidores que optaram por este tipo de geração são em sua maioria residências (78% do número total de unidades consumidoras com geração distribuída). Contudo, a geração distribuída fotovoltaica concentra 45% do total de potência instalada em comércios. Um dos principais tópicos da REN 482/2012 é a instituição do sistema de compensação, conhecido também como <em>net-metering</em>, no qual créditos de energia são contabilizados para autoconsumo em caso de excesso de geração, além de vantagens na tributação da energia aderida pela maioria dos Estados brasileiros.<br />
Apesar dos atuais 23 mil geradores fotovoltaicos indicarem um crescimento exponencial da geração distribuída, o potencial para crescimento é enorme. Estima-se que a geração distribuída da energia solar fotovoltaica movimentou R$ 1,4 bilhão somente em 2017, acumulando pouco mais de 200 MW de potência. O Brasil tem mais de 80 milhões de consumidores (dados consolidados de 2016) e a EPE – Empresa de Pesquisa Energética – prevê que, em 2026, 770 mil consumidores produzirão sua própria eletricidade como geradores fotovoltaicos sob o regime da REN 482/2012.</p>
<p><strong> “… gerar a sua própria energia será tão comum como qualquer outra atividade cotidiana.”</strong></p>
<p>Com o declínio abrupto do preço dos equipamentos que compõem um sistema fotovoltaico, a energia solar ficou mais acessível e o retorno do investimento mais atrativo. Após o período de retorno, o benefício é enorme pois a energia é gerada a um custo baixíssimo e praticamente sem despesas de manutenção. Os módulos solares, segundo a maioria dos fabricantes, têm vida útil de vinte e cinco anos, embora existam testemunhos de sistemas em operação a quase trinta. Em breve, gerar a própria energia será tão comum como qualquer outra atividade cotidiana.<br />
Com preços mais baixos e tempo de retorno mais atrativo, diversos consumidores vislumbram a possibilidade de gerar a própria energia elétrica com os benefícios de utilizar uma fonte limpa e sustentável, além de ficar menos sensível ao aumento desproporcional da tarifa de energia.</p>
<p><span style="font-size: 14px;">* os dados sobre potência instalada e geração distribuída são os atualizados em 28 de fevereiro de 2018.</span><br />
<span style="font-size: 14px;"> ** outros dados foram pesquisados entre fevereiro e março de 2018.</span></p>
<p>Para saber mais sobre como gerar a sua própria eletricidade acesse, <a href="http://www.inergial.com.br">www.inergial.com.br</a>. Estamos também nas redes sociais: <a href="https://www.linkedin.com/company/inergial/">LinkedIn</a> e <a href="https://www.facebook.com/inergial/">Facebook</a>.</p>
<p>Para saber mais sobre o autor: <a href="https://www.linkedin.com/in/igor-cordeiro-inergial/">Igor Cordeiro</a> é consultor e instrutor de energias renováveis.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Energia solar fotovoltaica no LabTalk da Serasa Experian</title>
		<link>https://inergial.com.br/energia-solar-fotovoltaica-no-labtalk-da-serasa-experian/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 15:03:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Inergial]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Fotovoltaico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Inergial foi convidada para palestrar no LabTalk do DataLab da Serasa Experian neste mês. O assunto da palestra foi a energia solar fotovoltaica no mundo e no Brasil. Além da importância da implantação das energias renováveis abordou-se também os aspectos técnicos e regulatórios para geração de eletricidade a partir da luz solar, em residências, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Inergial foi convidada para palestrar no <em>LabTalk</em> do DataLab da Serasa Experian neste mês.</strong></p>
<p>O assunto da palestra foi a energia solar fotovoltaica no mundo e no Brasil. Além da importância da implantação das energias renováveis abordou-se também os aspectos técnicos e regulatórios para geração de eletricidade a partir da luz solar, em residências, comércios e indústrias de todo o País.<br />
Tópicos sobre o mercado de energia solar também foram discutidos intensamente com o time deste importante laboratório de dados.</p>
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