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	<title>Arquivos Sustentabilidade - Inergial</title>
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	<description>Re&#183;energize</description>
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		<title>Descentralização, Descarbonização e Digitalização: A Transformação do Setor de Distribuição de Energia Elétrica Brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 17:43:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As fontes renováveis vêm protagonizando uma mudança importante no setor elétrico. Com custo nivelado inferior às fontes fósseis, a energia solar, em especial, tornou-se uma fonte barata e contribui para a descarbonização da geração de energia, ao mesmo tempo que impulsiona a geração distribuída, descentralizando o sistema elétrico. Com o crescimento de prossumidores conectados às [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>As fontes renováveis vêm protagonizando uma mudança importante no setor
elétrico. Com custo nivelado inferior às fontes fósseis, a energia solar, em
especial, tornou-se uma fonte barata e contribui para a descarbonização da
geração de energia, ao mesmo tempo que impulsiona a geração distribuída,
descentralizando o sistema elétrico. Com o crescimento de prossumidores
conectados às redes elétricas, as empresas de distribuição de energia são
diretamente impactadas por esta nova dinâmica setorial. Devido à variabilidade
de geração descentralizada, fundamentalmente fotovoltaica, novas tecnologias
digitais são empregadas para responder às demandas locais. O equilíbrio
econômico-financeiro desse setor, e o seu desenvolvimento sustentável, requer
novo arcabouço regulatório. Descentralização, descarbonização e digitalização
são os vetores de transformação do setor de distribuição de energia elétrica
brasileiro.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Transformação a Vista</strong></p>



<p>O setor elétrico mundial passa por grandes transformações. Há pressões
cada vez maiores para que a matriz de geração elétrica dos países seja
descarbonizada, não apenas pelo fato de que as fontes fósseis são recursos
limitados, mas principalmente porque a humanidade está diante de uma mudança
climática global iminentemente irreversível. De acordo com o <em>Global
Footprint Network</em>, é necessário 1,75 planeta Terra para balancear os
recursos que a humanidade demanda atualmente. Um desequilíbrio que só cresce.</p>



<p>Antes do surgimento da indústria petrolífera (há 150 anos, aproximadamente)
a pegada de carbono da humanidade era quase zero. Embora o petróleo tenha
proporcionado desenvolvimento notável para muitas nações, o seu legado
ambiental é perturbador: atualmente a pegada de carbono contribui com 60% da
pegada ecológica, que quantifica a demanda pela biocapacidade do planeta para
prover os recursos naturais à vida e absorver os resíduos gerados,
principalmente para sequestrar o CO<sub>2</sub> emitido pelas atividades
humanas.</p>



<p>Descarbonizar o setor elétrico, portanto, é um compromisso que muitos
países assinaram e ratificaram no Acordo de Paris (2015) – e em muitas outras
conferências anteriores sobre a mudança climática – além de ser uma necessidade
premente.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Há outro fator que motiva a descarbonização?</strong></p>



<p>Segundo a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA, na sigla em
inglês), o custo nivelado da eletricidade de fontes renováveis tais como,
biomassa, hídrica, solar, eólica e geotérmica, atingiu níveis competitivos
históricos comparado às fontes fósseis para geração centralizada. Fontes
renováveis, portanto, representam agora a solução mais barata de geração e têm
permitido que as novas adições de capacidade sejam majoritariamente renováveis.
No caso brasileiro, por exemplo, o leilão de geração A-4 de 2018 contratou 1 GW,
distribuídos em 39 empreendimentos. Deste total, 29 empreendimentos foram de
energia solar e 4 de parques eólicos, negociados com preço médio final de R$
118,07/MWh e R$ 67,60/MWh, respectivamente (ANEEL, 2018). Os destaques do
leilão foram as fontes solar e eólica, que dominaram a quantidade de empreendimentos
e despontaram como as fontes mais baratas de geração.</p>



<p>Já no leilão A-4 de 2019, foram contratados 401,6 MW em 15
empreendimentos, 6 de solar e 3 de eólica, negociados com preço médio final de
R$ 67,48/MWh e R$ 77,99/MWh, respectivamente (CCEE, 2019). O destaque neste
leilão foi a fonte solar que surpreendeu com deságio médio de 75,6% em relação
ao preço inicial estipulado de R$ 276/MWh e se tornou a fonte mais barata de
energia no Brasil e no mercado internacional, com menor preço registrado,
equivalente a US$ 17,02/MWh. Antes, o menor preço era mexicano, cotado a US$
19,70/MWh.</p>



<p>A descarbonização não é apenas uma tendência dada a necessidade de se
cumprir os termos de acordos climáticos, mas uma consequência natural da busca
por soluções mais baratas e competitivas de geração de eletricidade. E a
vantagem de custos, principalmente da energia solar, deriva do aprimoramento
tecnológico e do ganho de escala. A queda abrupta dos preços dos módulos
solares nos últimos anos impulsionou a energia solar como jamais visto, ao
mesmo tempo que a eficiência dos módulos continua evoluindo.</p>



<p>A tecnologia empregada na energia solar permitiu que unidades de
potência muito pequenas pudessem ser empregadas para conversão energética sem
grandes infraestruturas de suporte e transmissão, levando a geração de pontos
centrais para onde a energia é consumida (geração junto à carga). Devido à
natureza distribuída da energia solar, a geração distribuída (GD) tem forte
apelo entre os consumidores, principalmente residenciais.</p>



<p>Desde a sua regulamentação pela ANEEL em 2012, a GD acumula 143.752
unidades consumidoras com micro ou minigeração distribuída a partir de fontes
renováveis (CGH, eólica, solar fotovoltaica ou térmica à biomassa), mas 99,7%
delas com solar e contribuindo com 91% da capacidade instalada. Os consumidores
residenciais respondem aproximadamente por ¾ do total de “prossumidores”
(consumidores-geradores) e as instalações comerciais somam mais de 40% da
capacidade total de GD.</p>



<p>A energia solar se difunde rapidamente porque é a solução mais barata
para geração própria de eletricidade e muito versátil para diferentes perfis de
consumo. Mesmo na GD, o custo da energia gerada por um sistema fotovoltaico
para autoconsumo é significativamente menor à tarifa de fornecimento local,
ainda que considerado uma taxa de desconto compatível com a taxa Selic. Além
disso, a energia solar é definitivamente um investimento: devolve o capital
próprio investido de 4 a 7 anos, enquanto a geração pode durar ainda mais 20
anos depois desse prazo. Sem requisitar, na maioria das vezes, espaço adicional
e infraestrutura, a energia solar deve ainda crescer muito no Brasil, dominando
quase que absolutamente a GD no país. Expansões de capacidade têm custo
marginal bem menor que a geração centralizada e tendem a deixar os consumidores
menos sensíveis aos aumentos de tarifas. Segundo o último Plano Decenal de
Expansão de Energia publicado em 2018, em 2027 haverá 1,35 milhão de adotantes
de sistemas de micro ou minigeração distribuída, totalizando 11,9 GW, que
exigirão quase R$ 60 bilhões em investimentos ao longo do período (MME/EPE,
2018).</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Quais São os Impactos da GD no Setor de Distribuição de Energia Elétrica?</strong></p>



<p>A GD está empurrando a geração para as bordas (para o consumidor final)
a partir do centro (da geração centralizada), descentralizando o setor elétrico
à medida que cresce o número de prossumidores conectados às redes elétricas de
distribuição. Em pouco tempo o modelo tradicional de geração, fundamentalmente
centralizado, passará a ter um novo modelo – mais participativo – e o sistema
elétrico tenderá a ficar mais interconectado e complexo de ser gerenciado. A GD
impõe, contudo, dois grandes desafios técnicos: a natureza intermitente das
fontes renováveis e o fato de que a geração não poder ser despachada pelo
operador do sistema. Novas tecnologias de armazenamento podem, entretanto,
contornar e superar esses desafios técnicos, tornando a geração passiva em
inteligente. As baterias podem armazenar eletricidade em momentos quando o
excesso de geração seria exportado para a rede elétrica, poupando o sistema de
distribuição de picos de fluxo energético, especialmente por prossumidores
residenciais que tendem a ter um fator de simultaneidade (consumo e geração
simultâneos) muito baixo. A gestão eficiente de todo o sistema será realizada
do centro para as bordas e das bordas para o centro. A inteligência do sistema
será descentralizada, processando dados provenientes dos geradores e dos
consumidores, simultaneamente, e em fluxos multidirecionais de comunicação. Não
será apenas as tecnologias inovadoras que permitirão isso, mas principalmente
suas associações simbióticas, inclusive para comercialização dentro de microrredes,
entre consumidores e geradores locais, quebrando, em parte, o monopólio natural
das empresas distribuidoras.</p>



<p>Tamanha transformação também impõe desafios para a regulamentação e
fiscalização. A Resolução Normativa n° 482/2012, que regulamenta a GD, nunca
foi tão debatida pelas distribuidoras, pela ANEEL, pelos empresários e pelos prossumidores
– estes últimos outrora consumidores cativos que experimentaram os equívocos
das políticas do setor que culminaram no “apagão” de 2001 e os aumentos
desproporcionais das tarifas. A modicidade tarifária é obtida de forma mais
prática com o crescimento da GD do que com políticas públicas do setor ou
concessões para grupos privados. Aqui, por outro lado, vale uma análise dos
benefícios reais da GD frente ao risco do subsídio cruzado relatado pelas
distribuidoras de energia. As distribuidoras clamam pela revisão da resolução
com relação ao sistema de compensação de energia que atualmente compensa de
forma integral a energia excedente do prossumidor injetada na rede. As
distribuidoras alegam que precisam ser mais bem remuneradas pelo uso do
“serviço fio”, caso contrário, precisam repassar custos de operação e
manutenção das suas redes para a tarifa. O aumento das tarifas estimula o
aumento de prossumidores e assim, mais uma vez, as tarifas precisam ser
reajustadas, onerando o consumidor sem GD.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Como a Digitalização Pode Ajudar o Setor de Distribuição de Energia
Elétrica?</strong></p>



<p>Em 2012, 90% de todos os dados que já existiram no mundo haviam sido
criados apenas 2 anos antes. A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês),
não irá desacelerar este passo, pelo contrário, espera-se que os dispositivos “<em>smart</em>”
se multipliquem muito rapidamente, passando de 2 bilhões em 2016 para 200
bilhões em 2020 (INTEL, 2016). Esses dispositivos ou sensores irão coletar
grandes volumes de dados (<em>Big Data</em>) nos processos industriais,
comerciais e em nossas casas e com isso espera-se que muitos serviços possam
ser automatizados usando-se tecnologias de Inteligência Artificial (IA),
análise de dados (<em>Data Analysis</em>) e <em>Blockchain</em>. A digitalização de
processos de negócios abre caminho para novos modelos, rompendo os
tradicionais:</p>



<p><em>“Seguindo os
passos da tecnologia da informação, a disrupção da energia e transporte está se
movendo rapidamente em direção a um modelo de energia participativa. Estamos
caminhando para uma arquitetura distribuída de produção e uso de energia
possibilitada por software, sensores, inteligência artificial, robótica, smartphones,
internet móvel, big data, analítica, satélites, nanotecnologia, armazenamento
de eletricidade, ciência de materiais e outras tecnologias de aprimoramento
exponencial”. </em>(SEBA, 2014:12).</p>



<p>O maior potencial da digitalização é a sua habilidade de romper
barreiras e aumentar a flexibilidade do sistema como um todo (IEA, 2017). Ou
ainda:</p>



<p><em>“À medida que a digitalização avança, um sistema
altamente interconectado pode emergir, obscurecendo a distinção entre
fornecedores e consumidores tradicionais, com oportunidades crescentes de mais
comércio local de energia e serviços de rede. À medida que essa infraestrutura
física evolui e as funções dos acionistas mudam, as redes centralizadas e os
proprietários e operadores das redes de transmissão continuarão a fornecer a
espinha dorsal que equilibra o sistema elétrico geral.<br>
[&#8230;] A eletrificação contínua dos serviços de energia em todos os setores de
uso final, notadamente os transportes, e o crescimento de fontes de energia
descentralizadas &#8211; o que aconteceria mesmo sem as tecnologias digitais &#8211; são os
outros fatores. Mas a digitalização &#8211; particularmente o crescimento da
conectividade entre geradores, operadores de rede e consumidores finais &#8211; está
apoiando essas tendências e ajudando a acelerar a transformação do sistema
elétrico e o estabelecimento de novos modelos de negócios. Ao permitir a troca
de informações operacionais em tempo real entre equipamentos em qualquer parte
do sistema de energia, as ineficiências dentro de cada setor são removidas,
melhorando a confiabilidade e diminuindo os custos, à medida que consumidores e
geradores respondem instantaneamente para mudar as condições do mercado”.</em> (IEA, 2017:84-86).</p>



<p>A digitalização do setor elétrico, então, promoverá um novo equilíbrio
de negócios do mercado de energia visto que os sistemas de energia precisarão
se adequar para fornecer eletricidade para setores que serão continuamente
eletrificados, como o de transportes. Veículos elétricos (EV, na sigla em
inglês) se multiplicam rapidamente nos países desenvolvidos e ameaçam os
veículos à combustão. O custo operacional de um EV é nitidamente uma fração do
custo operacional do seu equivalente à combustão. Em poucos anos o custo da
bateria pode cair para US$ 100/kWh e o custo de US$ 50/kWh pode ser uma meta
para 2030. (IRENA, 2016). Em pouco tempo um EV será uma opção mais barata que
os veículos tradicionais. A eletrificação do transporte doméstico e individual
impactará muito o setor elétrico. Em 2030, o transporte será a maior fonte de
nova receita de venda de eletricidade. (Fox-Penner, 2018).</p>



<p>No Brasil, projeções apontam que ganhos de eficiência energética em
diferentes tecnologias podem impulsionar a venda de veículos híbridos e
elétricos e que, em 2050, a presença deles poderá ser de 20% a 41% da frota nacional.
(EPE, 2013).</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Considerações Finais</strong></p>



<p>A expansão da geração de energia com fontes renováveis é inevitável
devido à pressão global para o desenvolvimento econômico em baixo carbono.
Aliada ao custo mais baixo, a expansão da energia eólica não encontra
resistência para a geração centralizada. A energia solar, por sua vez, deverá crescer
sobretudo entre os consumidores residenciais, impulsionando a descentralização
do sistema elétrico através da geração distribuída.</p>



<p>A digitalização acomodará a descentralização da geração propiciando o
gerenciamento de um sistema elétrico mais complexo, mas também mais
participativo com troca de dados e informações para equilibrar tecnicamente o
sistema e permitir transações comerciais entre geradores e consumidores locais.</p>



<p>Descentralização, descarbonização e digitalização são vetores de transformação que apontam para um novo modelo energético que mudará sobremaneira o mercado de distribuição de energia elétrica nos próximos anos. Para tanto, um novo arcabouço regulatório e uma nova visão institucional para o setor elétrico são fundamentais.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p>ABRADEE. <strong>Seminário: o futuro do atendimento e
 relacionamento com o consumidor</strong>. Brasília, junho de 2017.</p>



<p>ANEEL. <strong>BIG – Banco de Informações de Geração: Capacidade
 de Geração do Brasil</strong>.. Disponível em http://www2.aneel.gov.br/aplicacoes/capacidadebrasil/capacidadebrasil.cfm. Acesso em 02 de dezembro de 2019</p>



<p>—. <strong>Geração Distribuída</strong>. s.d. Disponível em http://www2.aneel.gov.br/scg/gd/GD_Fonte.asp. Acesso
 em 02 de dezembro de
 2019.</p>



<p>—. <strong>Leilão de geração “A-4” termina com deságio de 59,07%</strong>.
 2018. Disponível em http://www.aneel.gov.br/sala-de-imprensa-exibicao/-/asset_publisher/XGPXSqdMFHrE/content/leilao-de-geracao-a-4-termina-com-desagio-de-59-07-/656877?inheritRedirect=false. Acesso em 28 de junho de 2019.</p>



<p>—. <strong>Resolução Normativa n° 482</strong>. 2012.</p>



<p>Canal Energia. 2019. <strong>CanalEnergia</strong><em>.</em> Disponível
 em http://canalenergia.com.br/noticias/53103858/mercado-livre-garantiu-o-sucesso-do-leilao-a-4. Acesso em 29 de junho de 2019.</p>



<p>CCEE. <strong>29° Leilão de Energia Nova A-4</strong>. 2019.
 Disponível em http://leilaopublico.ccee.org.br/A4/RelatorioFinal.aspx. Acesso em 28 junho 2019.</p>



<p>EPE. “Calculadora Brasil 2050.” <strong>Transporte de
 Passageiros: tecnologias eficientes</strong>. 2013. Disponível em http://calculadora2050.epe.gov.br/assets/onepage/21.pdf. Acesso em 23 set. 2019.</p>



<p>—. <em>Nota Técnica PR 08/18</em>. <strong>Recursos Energéticos Distribuídos
 2050</strong>. Rio de Janeiro, 2018.</p>



<p>Fox-Penner, Peter. &#8220;<em>The
 Implications of Vehicle Electrification&#8221;</em>. <em>In:</em> Sivaram, Varun. <strong><em>Digital
 Decarbonization: Promoting Digital Innovations to Advance Clean Energy Systems</em></strong>.
 Nova Iorque: The Council on Foreign Relations | Maurice R. Greenberg Center
 for Geoeconomic Studies, 2018, pp. 55-62.</p>



<p>Global Footprint Network. <strong>Ecological
 Footprint</strong>. Disponível em https://www.footprintnetwork.org/our-work/ecological-footprint/. Acesso em 16 de outubro de 2019.</p>



<p>IEA. <strong>Digitalization &amp;
 Energy</strong>. 2017.</p>



<p>INTEL. <strong><em>A Guide to the
 Internet of Things: how billions of online objects are making the web wiser</em></strong>.
 2016. Disponível em https://www.intel.com/content/dam/www/public/us/en/images/iot/guide-to-iot-infographic.png.
 Acesso em 2 de julho de 2019.</p>



<p>IRENA. <strong>Electric Vehicles: tecnology brief</strong>. 2016.
 Disponível em https://irena.org/-/media/Files/IRENA/Agency/Publication/2017/IRENA_Electric_Vehicles_2017.pdf.</p>



<p>Marr, Bernard. <strong><em>How Much
 Data Do We Create Every Day? The Mind-Blowing Stats Everyone Should Read</em></strong>.
 21 de maio de 2018. <em>Forbes.</em> Disponível em https://www.forbes.com/sites/bernardmarr/2018/05/21/how-much-data-do-we-create-every-day-the-mind-blowing-stats-everyone-should-read/#42b78bd960ba. Acesso em 1° de julho de 2019.</p>



<p>MME/EPE. <strong>Plano Decenal de Expansão de Energia 2027</strong>.
 2018.</p>



<p>Seba, Tony. <strong><em>Clean
 Disruption of Energy and Transportation</em></strong>. 1ª Edição. Silicon Valley: Clean Planet Ventures, 2014.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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			</item>
		<item>
		<title>A Inergial participou da Semana de Inovação e Tecnologia da Universidade Brasil</title>
		<link>https://inergial.com.br/semana-de-inovacao-e-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2019 16:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Inergial]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inergial.com.br/?p=1276</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Inergial participou da Semana de Inovação e Tecnologia &#8211; INOVATEC &#8211; promovida pela Universidade Brasil em seu campus Santo André de 28 a 31 de maio de 2019. O nosso engº Igor cordeiro participou do evento no dia 28 com a palestra &#8220;Energia Solar: Oportunidades &#38; Desafios para os Futuros Profissionais&#8221;. Foram abordados tópicos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Inergial participou da Semana de Inovação e Tecnologia &#8211; INOVATEC &#8211; promovida pela <a href="https://universidadebrasil.edu.br/">Universidade Brasil</a> em seu <em>campus </em>Santo André de 28 a 31 de maio de 2019.</p>



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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="388" height="1030" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Divulgação-Inovatec_Universidade-Brasil-388x1030.jpg" alt="" class="wp-image-1278" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Divulgação-Inovatec_Universidade-Brasil-388x1030.jpg 388w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Divulgação-Inovatec_Universidade-Brasil-113x300.jpg 113w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Divulgação-Inovatec_Universidade-Brasil-768x2037.jpg 768w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Divulgação-Inovatec_Universidade-Brasil-266x705.jpg 266w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Divulgação-Inovatec_Universidade-Brasil.jpg 800w" sizes="(max-width: 388px) 100vw, 388px" /><figcaption>INOVATEC &#8211; Universidade Brasil, <em>campus </em>Santo André</figcaption></figure></div>



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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/WhatsApp-Image-2019-05-29-at-12.34.41-1030x580.jpeg" alt="" class="wp-image-1283" width="441" height="248" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/WhatsApp-Image-2019-05-29-at-12.34.41-1030x580.jpeg 1030w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/WhatsApp-Image-2019-05-29-at-12.34.41-300x169.jpeg 300w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/WhatsApp-Image-2019-05-29-at-12.34.41-768x432.jpeg 768w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/WhatsApp-Image-2019-05-29-at-12.34.41-705x397.jpeg 705w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/WhatsApp-Image-2019-05-29-at-12.34.41-450x253.jpeg 450w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/WhatsApp-Image-2019-05-29-at-12.34.41.jpeg 1164w" sizes="(max-width: 441px) 100vw, 441px" /><figcaption>Início da Palestra no INOVATEC da Universidade Brasil</figcaption></figure></div>



<p>O nosso engº Igor cordeiro participou do evento no dia 28 com a palestra &#8220;Energia Solar: Oportunidades &amp; Desafios para os Futuros Profissionais&#8221;.</p>



<p>Foram abordados tópicos como consumo <em>versus </em>a geração de energia no mundo e no Brasil, a tendência global de mudança de paradigma dos setores elétricos com a introdução da descentralização (através da geração distribuída), digitalização e eletrificação (do transporte e mobilidade), visando o desenvolvimento em baixo carbono.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Redes-Inteligentes.png" alt="" class="wp-image-1279" width="324" height="345" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Redes-Inteligentes.png 391w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Redes-Inteligentes-281x300.png 281w" sizes="(max-width: 324px) 100vw, 324px" /></figure></div>



<p>O crescimento quase exponencial da capacidade instalada de energia solar demonstra como a energia solar pode ajudar a mitigar os problemas da mudança climática, contribuir com as redes inteligentes ou <em>smart grids</em>, ao mesmo tempo que oferece, atualmente, um dos menores custos de geração de eletricidade.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="946" height="475" src="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Capacidade-Energia-Solar-FV-no-Mundo-2009-2018.png" alt="" class="wp-image-1277" srcset="https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Capacidade-Energia-Solar-FV-no-Mundo-2009-2018.png 946w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Capacidade-Energia-Solar-FV-no-Mundo-2009-2018-300x151.png 300w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Capacidade-Energia-Solar-FV-no-Mundo-2009-2018-768x386.png 768w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Capacidade-Energia-Solar-FV-no-Mundo-2009-2018-705x354.png 705w, https://inergial.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Capacidade-Energia-Solar-FV-no-Mundo-2009-2018-450x226.png 450w" sizes="(max-width: 946px) 100vw, 946px" /><figcaption>Capacidade Instalada de Energia Solar Fotovoltaica no Mundo (2009-2018).</figcaption></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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<p>Sobre o autor | <a href="https://www.linkedin.com/in/igor-cordeiro-inergial/">Igor Cordeiro</a> é instrutor de
energias renováveis na <a href="https://inergial.com.br/">Inergial Energia
Ltda</a>.</p>
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		<item>
		<title>Novidade: curso &#8220;Energia Integrada Sustentável&#8221;</title>
		<link>https://inergial.com.br/novidade-curso-energia-integrada-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 14:26:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Veículo Elétrico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inergial.com.br/?p=1230</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Inergial Energia lança um novo curso sobre o futuro da geração e consumo de energia em uma nova ordem energética. &#8220;Energia Integrada Sustentável&#8221; é um curso de 8 horas orientado a empresários, técnico, engenheiros e profissionais do setor elétrico. Os tópicos principais discutem assuntos importantes como o compromisso para redução das emissões de gases [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inergial Energia lança um novo curso sobre o futuro da geração e consumo de energia em uma nova ordem energética.</p>
<p>&#8220;Energia Integrada Sustentável&#8221; é um curso de 8 horas orientado a empresários, técnico, engenheiros e profissionais do setor elétrico.</p>
<p>Os tópicos principais discutem assuntos importantes como o compromisso para redução das emissões de gases do efeito estufa e a transição para o desenvolvimento sustentável em baixo carbono, a mudança de paradigma na geração e consumo de energia, <em>smart grids</em> e a integração inteligente para o consumo sustentável de energia através da Inteligência Artificial (IA), armazenamento de energia, mobilidade elétrica e <em>smart cities</em> e <em>Blockchain</em> para energia e internet das coisas (IoT).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Amplie seu Portfolio de Projetos e Serviços com Energia Solar</title>
		<link>https://inergial.com.br/amplie-seu-portfolio-de-projetos-e-servicos-com-energia-solar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 18:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Veículo Elétrico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta Terça-feira, 6 de novembro, a Inergial Energia, com apoio do Bendito Coworking, palestrou no evento &#8220;Amplie seu Portfolio de Projetos e Serviços com Energia Solar&#8221;. O evento foi direcionado à arquitetos, construtores e engenheiros civis. Dentre os tópicos do evento foi abordado o crescimento da fonte solar fotovoltaica no Brasil e no mundo, as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta Terça-feira, 6 de novembro, a Inergial Energia, com apoio do Bendito Coworking, palestrou no evento &#8220;Amplie seu Portfolio de Projetos e Serviços com Energia Solar&#8221;.</p>
<p>O evento foi direcionado à arquitetos, construtores e engenheiros civis. Dentre os tópicos do evento foi abordado o crescimento da fonte solar fotovoltaica no Brasil e no mundo, as modalidades de geração de eletricidade e os benefícios de um sistema de geração distribuída para clientes residenciais, comerciais e industriais.</p>
<p>Além da possibilidade de projetos de geração distribuída a Inergial também lançou a comercialização de carregadores para veículos elétricos seguindo uma tendência mundial que muito em breve fará parte da realidade brasileira. Os veículos (100%) elétricos e híbridos terão grande participação na frota nacional e a infraestrutura de recarga será tão importante quanto a origem da eletricidade para recarga das suas baterias.</p>
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		<item>
		<title>Evento sobre Energia Solar no 9 Coworking</title>
		<link>https://inergial.com.br/evento-sobre-energia-solar-no-9-coworking/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Oct 2018 17:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 9 de outubro a Inergial, em parceria com o 9 Coworking, realizou mais um evento sobre energia solar para o público em geral. O evento nomeado &#8220;Melhore a Competitividade da sua Empresa com os Benefícios da Energia Solar&#8221; atraiu pessoas e empresas que desejam investir em um sistema solar fotovoltaico para geração [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 9 de outubro a <strong><a href="http://www.inergial.com.br">Inergial</a></strong>, em parceria com o <strong><a href="http://www.9coworking.com">9 Coworking</a></strong>, realizou mais um evento sobre energia solar para o público em geral.</p>
<p>O evento nomeado <strong>&#8220;Melhore a Competitividade da sua Empresa com os Benefícios da Energia Solar&#8221;</strong> atraiu pessoas e empresas que desejam investir em um sistema solar fotovoltaico para geração própria de eletricidade.</p>
<p>Durante a apresentação foram abordados tópicos como o rápido crescimento da energia solar no mundo e no Brasil, o funcionamento e operação dos sistemas conectados à rede elétrica, o mercado de trabalho no setor e o financiamento de projetos para pessoas físicas e jurídicas.</p>
<p>Para saber mais sobre este assunto acesse o nosso <a href="http://inergial.com.br/blog/">Blog</a>. A Inergial também está presente nas redes sociais: <a href="https://www.linkedin.com/company/inergial/">LinkedIn</a> e <a href="https://www.facebook.com/inergial/">Facebook</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ser sustentável –  A habilidade de não deixar pegadas</title>
		<link>https://inergial.com.br/ser-sustentavel-a-habilidade-de-nao-deixar-pegadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Igor Barbieri Cordeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 17:14:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia Renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tudo o que produzimos ou consumimos deixa uma impressão, uma marca ambiental – É como caminhar sobre areia; olhamos para trás e vemos nossas pegadas por onde passamos. De acordo com as Nações Unidas, a sustentabilidade ambiental é uma combinação de indicadores mensuráveis – as pegadas – e são três: a pegada de Carbono quantifica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tudo o que produzimos ou consumimos deixa uma impressão, uma marca ambiental – É como caminhar sobre areia; olhamos para trás e vemos nossas pegadas por onde passamos.</strong></p>
<p>De acordo com as Nações Unidas, a sustentabilidade ambiental é uma combinação de indicadores mensuráveis – as pegadas – e são três:</p>
<ul>
<li>a pegada de Carbono quantifica a emissão de Dióxido de Carbono (CO<em>2</em>) e outros gases do efeito estufa;</li>
<li>a pegada hídrica mede o quanto as nossas atividades consumem água doce da natureza e,</li>
<li>a pegada ecológica quantifica o uso da terra, ou seja, a demanda pela biocapacidade do planeta para prover recursos naturais à vida e absorver os resíduos gerados pelas atividades humanas.</li>
</ul>
<p>A sustentabilidade ambiental também relaciona o consumo de energias renováveis (comparada ao total de energia consumida) e sua benesse para reduzir as pegadas.</p>
<p><strong>Um exemplo prático sobre as pegadas.</strong></p>
<p>Um veículo que queima combustível fóssil deixa uma pegada de Carbono ao emitir CO<em>2</em>. Esta pegada pode ser quantificada em gramas de CO<em>2</em> por distância percorrida, por exemplo. Mas a pegada deste veículo não começou com o seu uso, ela surgiu bem antes. A montagem do veículo, a fabricação das peças e a energia consumida nestas e em outras atividades anteriores ao uso do veículo contribuíram com a pegada de Carbono, com a pegada hídrica e a ecológica, em maior ou menor intensidade, e em diferentes momentos.</p>
<p>Se o mesmo veículo queimar um biocombustível – etanol, por exemplo – a pegada de Carbono por distância percorrida será menor comparativamente ao exemplo anterior, mas por outro lado, a pegada ecológica e hídrica serão maiores devido ao cultivo e irrigação da área de terra para produção do biocombustível.</p>
<p><strong>As pegadas se encontram em alguma atividade.</strong></p>
<p>A geração de eletricidade em hidrelétricas deixa uma pegada ecológica, já que uma área considerável de terra é alagada pelo reservatório da usina, alterando a biocapacidade local. Em termoelétricas, o gás natural queimado contribui com a pegada de Carbono, exigindo maior capacidade regenerativa da biocapacidade para absorção do CO<em>2</em>. Qualquer outra atividade que consuma energia elétrica ajudará a propagar estas pegadas, adicionando as suas. Lembre-se dos veículos citados.</p>
<p>Tudo o que produzimos ou consumimos – na realidade – (quase) tudo o que fazemos aumenta e/ou agrega as pegadas dos insumos materiais e energéticos empregados. A pegada ambiental passa a ser uma mistura das três pegadas que vão se agregando pela cadeia de atividades.</p>
<p><strong>O ideal é caminhar sem deixar nenhuma pegada, mas deixá-las menores já é um começo.</strong></p>
<p>Certamente o consumo de energias renováveis assegura a redução da pegada ambiental e pouco a pouco deixa a cadeia de atividades mais sustentável. Contudo, ser renovável não implica em sustentabilidade.</p>
<p>Para ser ambientalmente sustentável, os insumos materiais devem ser reusados e reciclados para que a pegada ecológica seja reduzida. Os insumos energéticos devem ser gerados de fontes renováveis, preservando o ar, a água e a terra. E as atividades, principalmente, devem consumir tais insumos eficientemente.</p>
<p>É fato que a consciência ambiental cresceu e nos permitiu olhar para trás e ver as pegadas que estão mais longe de onde estamos agora, porém a sustentabilidade é uma habilidade e como tal pode ser desenvolvida. O ideal é caminhar sem deixar pegadas, mas deixá-las menores já é um começo para o desenvolvimento mais sustentável.</p>
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