Amplie seu Portfolio de Projetos e Serviços com Energia Solar

 

Nesta Terça-feira, 6 de novembro, a Inergial Energia, com apoio do Bendito Coworking, palestrou no evento “Amplie seu Portfolio de Projetos e Serviços com Energia Solar”.

O evento foi direcionado à arquitetos, construtores e engenheiros civis. Dentre os tópicos do evento foi abordado o crescimento da fonte solar fotovoltaica no Brasil e no mundo, as modalidades de geração de eletricidade e os benefícios de um sistema de geração distribuída para clientes residenciais, comerciais e industriais.

Além da possibilidade de projetos de geração distribuída a Inergial também lançou a comercialização de carregadores para veículos elétricos seguindo uma tendência mundial que muito em breve fará parte da realidade brasileira. Os veículos (100%) elétricos e híbridos terão grande participação na frota nacional e a infraestrutura de recarga será tão importante quanto a origem da eletricidade para recarga das suas baterias.

Evento sobre Energia Solar no 9 Coworking

No último dia 9 de outubro a Inergial, em parceria com o 9 Coworking, realizou mais um evento sobre energia solar para o público em geral.

O evento nomeado “Melhore a Competitividade da sua Empresa com os Benefícios da Energia Solar” atraiu pessoas e empresas que desejam investir em um sistema solar fotovoltaico para geração própria de eletricidade.

Durante a apresentação foram abordados tópicos como o rápido crescimento da energia solar no mundo e no Brasil, o funcionamento e operação dos sistemas conectados à rede elétrica, o mercado de trabalho no setor e o financiamento de projetos para pessoas físicas e jurídicas.

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FAQ | Energia Solar e Geração Distribuída no Brasil

Este artigo traz as perguntas e respostas mais usuais em torno do assunto da geração distribuída com energia solar no Brasil. Se você é um profissional da área ou se pretende se tonar um, talvez você encontre aqui respostas para algumas perguntas. Caso alguma dúvida persista, escreva para nós!

 

1.    Qual a diferença entre energia solar térmica e solar fotovoltaica?

A energia solar térmica é a conversão da luz solar diretamente em calor e é utilizada para aquecimento de água, principalmente em residências. A energia solar fotovoltaica é a conversão de luz solar diretamente em eletricidade e sua aplicação tem sido crescente para geração própria de energia em residências, comércios e indústrias.

 

2.    Quem pode fazer uso da energia solar fotovoltaica?

Qualquer consumidor de eletricidade no Brasil – uma pessoa ou empresa – pode gerar sua própria eletricidade.

 

3.    Por que a energia solar tem sido tão falada ultimamente?

Na verdade, temos ouvido falar bastante de energias renováveis. Assim como a energia solar, outras fontes de energias renováveis como a eólica, por exemplo, têm ganhado atenção por vários motivos. Entre esses:

·  há o comprometimento de muitos países para substituir fontes fósseis por fontes mais limpas para geração de eletricidade;

· amadurecimento de tecnologias que viabilizaram o uso de fontes renováveis;

· acessibilidade comercial decorrente da queda do preço de equipamentos e consequente competitividade do custo nivelado da eletricidade e,

· regulamentação governamental local, possibilitando que consumidores de eletricidade possam também gerar a sua própria energia. A isso se deu o nome de Geração Distribuída.

 

4.    Como funciona um sistema de energia solar fotovoltaica?

Um sistema fotovoltaico é composto basicamente de um conjunto de módulos solares conectados entre si, um dispositivo eletrônico chamado inversor, cabos elétricos, dispositivos de proteção como fusíveis, disjuntores, dispositivos contra surto, além de interruptores e seccionadoras.

 

5.    Qual é a função de cada equipamento do sistema fotovoltaico?

Os módulos solares são os equipamentos ativos do sistema, ou seja, são eles que geram a eletricidade. O inversor converte a corrente elétrica contínua em corrente elétrica alternada. Cabos elétricos conduzem a eletricidade e os dispositivos de proteção e manobra protegem o sistema fotovoltaico, a rede elétrica e as pessoas.

 

6.    Um sistema fotovoltaico precisa de bateria para armazenar a energia gerada?

Se existe rede elétrica na região os sistemas fotovoltaicos não precisam de bateria. Neste caso, a eletricidade é entregue ao consumidor através de uma distribuidora local e o sistema fotovoltaico é conectado à rede elétrica. Sistema fotovoltaicos que armazenam a energia gerada são chamados de “isolados” e normalmente são instalados por consumidores que não são atendidos por distribuidoras de energia. Hoje, a maioria das instalações são de “sistemas fotovoltaicos conectados à rede” ou também conhecidos como sistemas “on-grid”.

 

7.    Um sistema fotovoltaico conectado à rede é capaz de fornecer energia quando houver interrupção de energia?

Não. Um sistema on-grid não é um sistema auxiliar em caso de interrupção de energia pela distribuidora local. Por segurança, o sistema deverá se desconectar da rede elétrica e isso é feito automaticamente pelo inversor que, além de converter a energia dos módulos, otimiza a entrega de potência para as cargas, sendo o “cérebro” do sistema.

 

8.    Se o sistema não pode funcionar como back-up, qual é a sua vantagem?

Um sistema on-grid tem muitas vantagens. Pelo ponto de vista dos consumidores a principal delas é a economia. Já imaginou poder gerar sua própria energia a um custo baixo? O retorno econômico do investimento é bem menor que a vida útil do sistema e, além disso, a geração de energia é segura, limpa e sustentável. A desvantagem é que o investimento inicial pode ser alto, dependendo do tamanho (potência) do seu sistema.

 

9.    Como saber qual é o tamanho ideal do sistema para a minha necessidade?

Considerando-se que o sistema suprirá todo o seu consumo atual de energia, o ponto de partida é analisar o histórico de consumo dos últimos 12 meses. Esta informação está indicada nas faturas de energia elétrica enviadas mensalmente pela sua distribuidora. O consumo é a quantidade de energia elétrica entregue pela distribuidora dentro do período de um mês e é indicada em kWh (quilowatt-hora). Quanto maior o consumo, maior a quantidade de módulos solares necessários e, consequentemente, mais potentes serão os inversores. Lembre-se, o investimento é proporcional à potência (tamanho) do sistema!

 

10. Como faço para instalar um sistema fotovoltaico na minha residência ou empresa?

O sistema fotovoltaico pode ser facilmente adquirido por pessoas ou empresas, mas recomendamos a contratação de uma empresa integradora que será responsável pelo projeto, instalação e solicitação de conexão do seu sistema à rede elétrica local.

 

11. É necessária alguma ação pós-instalação para usar o sistema?

Sim, o sistema fotovoltaico estará oficialmente conectado à rede elétrica quando o acesso à rede (conexão) for solicitado à distribuidora local. A conexão do sistema transforma o consumidor de energia também em um gerador de energia, que passará a utilizar a rede elétrica para distribuir eletricidade em caso de excesso de geração. Assim, os dados de todo gerador passam a ser conhecidos pela ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica.

 

12. O que é necessário para solicitação de acesso do sistema fotovoltaico à rede elétrica? Tem custo para isso?

Normalmente a empresa contratada para o projeto e instalação também se encarrega desta solicitação seguindo um procedimento padrão. Alguns documentos e informações são obrigatórias para a solicitação de acesso:

·   Relatório com informações do sistema fotovoltaico e do consumidor;

·   Projeto elétrico do sistema fotovoltaico;

·   Anotação de responsabilidade técnica (ART) emitida por engenheiro responsável;

·   Ficha de acesso.

A distribuidora não pode cobrar pelo acesso do seu sistema à rede (1). O recebimento da solicitação, emissão de parecer, visita técnica e instalação do medidor bidirecional não têm custo!

(1) os custos de eventuais estudos, melhorias e reforços na rede de distribuição para conexão de microgeração (até 75 kW) são exclusivos da distribuidora, exceto em caso de geração compartilhada. Poderá haver custos para minigeração, em casos especiais.

 

13. A geração distribuída é regulamentada no Brasil?

Sim, a geração distribuída no Brasil é regulamentada pela Resolução Normativa nº 482 de abril de 2012 (REN 482/2012) da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica – que regula e fiscaliza o setor elétrico nacional. Além desta resolução, procedimentos e normas técnicas devem ser seguidos para garantir o projeto e a instalação adequados, além da operação segura dos sistemas de geração distribuída.

 

14. Como é o funcionamento do sistema em dias nublados, chuvosos e à noite?

O sistema fotovoltaico pode gerar energia mesmo em dias nublados e chuvosos, mas a quantidade de energia será bem menor que em dias de céu aberto com bastante luz solar. À noite o sistema não gera energia, mas sua residência ou empresa está conectada à rede elétrica e, portanto, o consumo de eletricidade é normal neste período.

 

15. O que acontece se a geração de energia for maior que o consumo?

Quando a energia gerada não é consumida instantaneamente o inversor automaticamente injeta a energia na rede elétrica. Toda a energia injetada se torna um crédito de energia que poderá ser usada pelo consumidor posteriormente. Caso exista acúmulo de crédito, o consumidor tem 5 anos para utilizá-lo. Os créditos de energia ainda podem ser utilizados remotamente, por outro imóvel dentro da mesma área de concessão da distribuidora, mesmo que não exista um sistema fotovoltaico instalado. Esta modalidade é conhecida como autoconsumo remoto.

 

16. Qual é a vida útil e a garantia dos equipamentos do sistema?

A maioria dos fabricantes de módulos solares garantem a geração de energia por 25 anos, mas com degradação de potência. Isso significa que a capacidade de geração de eletricidade diminui com o tempo. Ou seja, é provável que a vida útil dos módulos possa ser superior ao tempo indicado, embora com rendimento menor. É importante destacar também que a garantia dos módulos não é de 25 anos, como algumas empresas publicam erroneamente. Normalmente, a garantia dos módulos é de 10 anos e a dos inversores de 5 anos. Contudo, sempre consulte estas informações porque elas podem mudar.

 

17. Quais são as despesas de operação e manutenção?

As despesas de operação do sistema são baixas. Basicamente há um pequeno consumo de eletricidade pelo inversor, que fica em stand by à noite. A manutenção do sistema também é baixa, mas ela existe! Considere que os módulos precisam ser limpos com certa periodicidade para evitar problemas de geração. Eventualmente algum módulo pode sofrer alguma avaria devido a sua exposição à chuva, poeira, temperatura e etc. Os inversores também podem sofrer avarias com consequente despesa de assistência técnica. Então, é bom considerar despesas de manutenção ao longo de alguns anos de operação.

 

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Sobre o autor | Igor Cordeiro é consultor e instrutor de energias renováveis na Inergial Energia Ltda.

Entenda o Sol para Maximizar a Geração do Sistema Fotovoltaico

 

Quando se trata de energia solar fotovoltaica tudo começa com o Sol. O entendimento básico sobre a relação entre o Sol e a Terra é importante para extrair do sistema fotovoltaico o máximo de energia para o qual ele foi dimensionado. Neste artigo darei dicas e noções básicas sobre a fonte solar para se entender melhor como usar essa importante fonte renovável para geração de eletricidade.

Como ponto de partida é necessário entender como os raios solares atingem a superfície da Terra e o que podemos fazer para maximizar a geração de energia pelos módulos solares.

Sabemos que a Sol descreve uma trajetória aparente, nascendo ao Leste e se pondo a Oeste. Intuitivamente sabemos também que a geração de energia será proporcional à exposição de luz solar. Contudo, não basta haver luz. Os raios solares devem incidir o mais perpendicular possível aos módulos solares, o tempo todo. Mas, o ângulo de incidência dos raios solares sobre a superfície terrestre varia conforme o dia do ano, a hora do dia e a localização geográfica.

 

O Efeito do Dia do Ano e da Hora do Dia

O dia do ano e a hora do dia são variáveis com efeito sobre a trajetória aparente do Sol. Os movimentos de translação da Terra em torno do Sol e da rotação da Terra sobre o seu próprio eixo resultam na trajetória do Sol que nasce baixo ao Leste e gradualmente se ergue em direção ao Norte1, atingindo sua maior elevação, quando gradualmente começa a descer para se pôr a Oeste.  A cada novo dia a trajetória aparente do Sol é minimamente diferente a do dia anterior. Assim, a quantidade de energia gerada pelo sistema é diferente a cada dia e a cada hora. Portanto, no inverno é esperado que menos energia seja gerada, assim como no início da manhã ou fim da tarde de cada dia ao longo do ano.

 

O Efeito da Localização Geográfica

Como vimos, o ângulo de incidência dos raios solares tem efeito direto na geração fotovoltaica. A localização geográfica (e onde os módulos solares estão instalados) é a nossa posição sobre a superfície terrestre. A nossa posição angular em relação ao eixo Norte-Sul é conhecida como latitude e quanto maior a latitude, maior o ângulo de incidência.

O ideal é fazer com que os módulos solares sempre acompanhem a trajetória do Sol para que os raios solares atinjam os módulos perpendicularmente. Isso parece bem simples, mas o ângulo de incidência dos raios solares varia a cada instante e, na prática, os módulos são instalados em posição fixa em telhados ou lajes.

Muitos projetistas convencionam, então, que a inclinação dos módulos deve ser igual à latitude local com orientação Norte2.

Agora, um exercício prático. Imagine que se deseja instalar um sistema fotovoltaico na cidade de Alfenas, em Minas Gerais. Lá, a latitude é 21,4° Sul, ou seja, os módulos solares devem ser inclinados em 21° e orientados para o Norte.

Caso não seja possível inclinar e orientar os módulos adequadamente não há problema. O sistema funcionará mesmo assim, apenas gerando menos energia.

Então, resumidamente:

  • A inclinação e orientação dos módulos solares afetam diretamente a geração de energia.
  • Para sistemas fixos a inclinação deve ser igual à latitude, preferencialmente.
  • Qualquer orientação, de Leste a Oeste, pode ser utilizada. Orientação Norte maximiza a geração e Sul minimiza.

Portanto, antes de comprar um sistema fotovoltaico verifique se é possível instalá-lo adequadamente. Solicite apoio de um técnico ou engenheiro e evite surpresas.

 

1 para localidades no hemisfério Sul, o Sol atinge maior elevação (meio-dia solar) voltado para o Norte.

2 para localidades no hemisfério Sul.

 

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Sobre o autor | Igor Cordeiro é consultor e instrutor de energias renováveis na Inergial Energia Ltda.

 

Um Futuro Renovável, Limpo e Sustentável Brilha para a Energia do Brasil

 

“… a matriz energética brasileira é uma das mais renováveis do mundo.”

Aproximadamente 80% da energia global é gerada pela queima de combustíveis fósseis, insumos não-renováveis que emitem gases do efeito estufa, gerando poluição e muitos problemas de saúde pública.
Este número, felizmente, não expressa a realidade brasileira. Por aqui, mais de 70% da potência instalada (dos empreendimentos em operação) gera energia a partir de fontes renováveis, entre elas a hídrica, a eólica e a solar. Somente a fonte hídrica contribui com mais de 60% da nossa geração. Embora existam polêmicas sobre a sustentabilidade ambiental e social das hidrelétricas, a matriz energética brasileira é uma das mais renováveis do mundo.

“Com estes números o Brasil se destaca na implantação de energias renováveis e limpas, …”

Destacam-se a energia eólica e solar como fontes renováveis, limpas e de baixo impacto ambiental com 12,5 GW e 1 GW de potência instalada, respectivamente. Juntas, respondem por 8,5% da potência total instalada no País. Com estes números o Brasil se destaca na implantação de energias renováveis e limpas, situando-se entre os dez primeiros do mundo em geração eólica e com enorme potencial para estar entre os 10 primeiros com a energia solar em poucos anos, ultrapassando países europeus que já estiveram na vanguarda das energias renováveis.
A energia eólica vem sendo introduzida no Brasil há mais tempo que a solar e nos últimos dez anos, essencialmente através da geração centralizada, diversos parques eólicos entraram em operação. Hoje, mais de seis mil aerogeradores fornecem energia para muitos consumidores, sobretudo no nordeste brasileiro.
A energia solar, mais recente no mix de energia do País, cresce através da geração centralizada, com a implantação de usinas solares de grande escala, mas também através da chamada geração distribuída, quando um consumidor de energia pode gerar eletricidade para autoconsumo com um micro ou mini gerador, dependendo da quantidade de energia que deseja gerar.

“… o mercado de energia solar no Brasil se modificou e a geração distribuída ganhou força.”

Quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou a Resolução Normativa nº 482 em abril de 2012 (REN 482/2012), o mercado de energia solar no Brasil se modificou e a geração distribuída ganhou força. A partir de 2013, consumidores residenciais, comerciais, industriais e rurais começaram a instalar geradores fotovoltaicos que produzem eletricidade a partir da luz solar. Os consumidores que optaram por este tipo de geração são em sua maioria residências (78% do número total de unidades consumidoras com geração distribuída). Contudo, a geração distribuída fotovoltaica concentra 45% do total de potência instalada em comércios. Um dos principais tópicos da REN 482/2012 é a instituição do sistema de compensação, conhecido também como net-metering, no qual créditos de energia são contabilizados para autoconsumo em caso de excesso de geração, além de vantagens na tributação da energia aderida pela maioria dos Estados brasileiros.
Apesar dos atuais 23 mil geradores fotovoltaicos indicarem um crescimento exponencial da geração distribuída, o potencial para crescimento é enorme. Estima-se que a geração distribuída da energia solar fotovoltaica movimentou R$ 1,4 bilhão somente em 2017, acumulando pouco mais de 200 MW de potência. O Brasil tem mais de 80 milhões de consumidores (dados consolidados de 2016) e a EPE – Empresa de Pesquisa Energética – prevê que, em 2026, 770 mil consumidores produzirão sua própria eletricidade como geradores fotovoltaicos sob o regime da REN 482/2012.

“… gerar a sua própria energia será tão comum como qualquer outra atividade cotidiana.”

Com o declínio abrupto do preço dos equipamentos que compõem um sistema fotovoltaico, a energia solar ficou mais acessível e o retorno do investimento mais atrativo. Após o período de retorno, o benefício é enorme pois a energia é gerada a um custo baixíssimo e praticamente sem despesas de manutenção. Os módulos solares, segundo a maioria dos fabricantes, têm vida útil de vinte e cinco anos, embora existam testemunhos de sistemas em operação a quase trinta. Em breve, gerar a própria energia será tão comum como qualquer outra atividade cotidiana.
Com preços mais baixos e tempo de retorno mais atrativo, diversos consumidores vislumbram a possibilidade de gerar a própria energia elétrica com os benefícios de utilizar uma fonte limpa e sustentável, além de ficar menos sensível ao aumento desproporcional da tarifa de energia.

 

* os dados sobre potência instalada e geração distribuída são os atualizados em 28 de fevereiro de 2018.
** outros dados foram pesquisados entre fevereiro e março de 2018.

 

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Para saber mais sobre o autor: Igor Cordeiro é consultor e instrutor de energias renováveis.

Energia solar fotovoltaica no LabTalk da Serasa Experian

A Inergial foi convidada para palestrar no LabTalk do DataLab da Serasa Experian neste mês.

O assunto da palestra foi a energia solar fotovoltaica no mundo e no Brasil. Além da importância da implantação das energias renováveis abordou-se também os aspectos técnicos e regulatórios para geração de eletricidade a partir da luz solar, em residências, comércios e indústrias de todo o País.
Tópicos sobre o mercado de energia solar também foram discutidos intensamente com o time deste importante laboratório de dados.